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A P-scan na avaliação da psicopatia : estudo exploratório numa amostra de reclusos portugueses / Carla Ferreira Lobo, Rui Abrunhosa Gonçalves, Carlos Fernandes da Silva

Autor: Lobo, Carla Ferreira ; GONÇALVES, Rui Abrunhosa, -Co-autor: Silva, Carlos Fernandes da In: Psiquiatria, Psicologia e Justiça. Santo Tirso. N. 4 (2011) , p. 44-67Idioma: Português.Assunto - Nome de colectividade: 59152Assunto: PSICOLOGIA | RECLUSO | ESTABELECIMENTO PRISIONAL | ESTUDO CLÍNICO | PORTUGAL Localização e Cota : PP461 Resumo: A ideia para este trabalho surgiu da admiração pelo trabalho de Robert Hare, quenos conduziu a uma definição de psicopatia como um agrupamento de traços depersonalidade e comportamentos socialmente desviantes. Só que tanto a PCL-R como aPCL-SV são escalas demoradas a passar e envolvem a presença do psicopata, quenormalmente é um recluso, dado ser nas prisões que é mais fácil encontrar um númerode sujeitos suficiente para fazer uma investigação. A P-Scan é um instrumentorelativamente rápido de passar, com a vantagem de que não exige a presença dosreclusos a avaliar. No entanto, sendo a pressa inimiga da perfeição, é também verdadeque não nos permite uma avaliação exaustiva da psicopatia, aliada ao facto de que oinstrumento foi concebido para ser usado por profissionais não clínicos, oferecendo-nosum despiste de características psicopáticas.Com este instrumento podemos inferir características psicopáticas ou não dossujeitos e chegar a uma aproximação que nos despiste de características típicas de umsujeito psicopata.As particularidades deste instrumento, o qual traduzimos e é muito mais simplesde usar do que um instrumento moroso como a PCL-R, permitem-nos chegar aconclusões, grosso modo, apenas através da consulta de ficheiros, dispensando apresença da própria pessoa em causa.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
PP461 (Browse shelf) Available

A ideia para este trabalho surgiu da admiração pelo trabalho de Robert Hare, quenos conduziu a uma definição de psicopatia como um agrupamento de traços depersonalidade e comportamentos socialmente desviantes. Só que tanto a PCL-R como aPCL-SV são escalas demoradas a passar e envolvem a presença do psicopata, quenormalmente é um recluso, dado ser nas prisões que é mais fácil encontrar um númerode sujeitos suficiente para fazer uma investigação. A P-Scan é um instrumentorelativamente rápido de passar, com a vantagem de que não exige a presença dosreclusos a avaliar. No entanto, sendo a pressa inimiga da perfeição, é também verdadeque não nos permite uma avaliação exaustiva da psicopatia, aliada ao facto de que oinstrumento foi concebido para ser usado por profissionais não clínicos, oferecendo-nosum despiste de características psicopáticas.Com este instrumento podemos inferir características psicopáticas ou não dossujeitos e chegar a uma aproximação que nos despiste de características típicas de umsujeito psicopata.As particularidades deste instrumento, o qual traduzimos e é muito mais simplesde usar do que um instrumento moroso como a PCL-R, permitem-nos chegar aconclusões, grosso modo, apenas através da consulta de ficheiros, dispensando apresença da própria pessoa em causa.

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