Delinquência juvenil e amplificação mediática / Maria José Brites
In: Ousar Integrar - Revista de Reinserção Social e Prova. Lisboa. A. 4, n.9 (junho 2011) , p.45-57Idioma: Português.Assunto: DIREITO DOS MENORES | DELINQUÊNCIA JUVENIL | MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL | INSEGURANÇA | SEGURANÇA INTERNA | PORTUGAL | CRIME Localização e Cota : PP321 Resumo: O papel dos media enquanto amplificadores da realidade social é determinante para a criação de imagens sociais positivas e negativas de determinados actores. Partindo da análise quantitativa e qualitativa do Público e do Correio da Manhã, bem como de entrevistas a forças policiais e a jornalistas, neste artigo pretende-se apresentar alguns elementos da cobertura noticiosa da delinquência juvenil, numa análise longitudinal de 1993 a 2003, embora centrada na segunda metade de 2000. A identificação jornalística da acção grupal ou individual, dos ilícitos e dos espaços onde ocorrem os actos delinquentes (sobretudo urbanos) dá conta de factos mas também da ampliação dos mesmos. Uma das marcas da cobertura jornalística extra-rotina foi o recurso ao género opinião em matérias relacionadas com a delinquência juvenil, especificamente na segunda metade de 2000, dominada pela cobertura de problemas na Linha de cascais e do caso CREL.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | PP321 (Browse shelf) | Available |
O papel dos media enquanto amplificadores da realidade social é determinante para a criação de imagens sociais positivas e negativas de determinados actores. Partindo da análise quantitativa e qualitativa do Público e do Correio da Manhã, bem como de entrevistas a forças policiais e a jornalistas, neste artigo pretende-se apresentar alguns elementos da cobertura noticiosa da delinquência juvenil, numa análise longitudinal de 1993 a 2003, embora centrada na segunda metade de 2000. A identificação jornalística da acção grupal ou individual, dos ilícitos e dos espaços onde ocorrem os actos delinquentes (sobretudo urbanos) dá conta de factos mas também da ampliação dos mesmos. Uma das marcas da cobertura jornalística extra-rotina foi o recurso ao género opinião em matérias relacionadas com a delinquência juvenil, especificamente na segunda metade de 2000, dominada pela cobertura de problemas na Linha de cascais e do caso CREL.
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