Normal view MARC view ISBD view

Identidade e psicose na adolescência

Autor: MOURA, MariaIn: Revista Portuguesa de Pedopsiquiatria. Lisboa. Vol.II, nº.31 (Jul.-Dez. 2011) , p.57-74Idioma: Português.Assunto: PSICOLOGIA | ADOLESCÊNCIA | PSICOSE | SAÚDE MENTAL | PORTUGAL Localização e Cota : P.300 Resumo: A adolescência é um período marcado pelo despoletar de várias questões identitárias. Nesse sentido, far-se-á uma súmula do processo de formação da identidade, tocando o conceito de identificação, inerente ao desenvolvimento psicoafectivo. A adolescência será, também, um período de maior vulnerabilidade para a emergência da patologia psicótica, quando houver fragilidades psicobiológicas no processo conducente à estruturação do Eu, como sendo: a ambiguidade das identificações, falhas narcísicas básicas e predomínio de recurso a processos primários de funcionamento mental onde o princípio do prazer predomina sobre o princípio da realidade. A patologia do Ego é descrita como estando na base da psicose, pelo defeito na integração psíquica. Surge o desenvolvimento de uma neo-realidade como modo de permitir criar uma organização defensiva do caos em que o indivíduo psicótico imerge. Acresce essencial tentar descriminar o significado da expressão fenomenológica da psicose, no que concerne aos três distúrbios básicos do quadro psicótico: Actividae, limites e Fragmentação do Ego.
Tags from this library: No tags from this library for this title. Log in to add tags.
    average rating: 0.0 (0 votes)
Item type Current location Call number Status Date due Barcode
Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.300 (Browse shelf) Available

A adolescência é um período marcado pelo despoletar de várias questões identitárias. Nesse sentido, far-se-á uma súmula do processo de formação da identidade, tocando o conceito de identificação, inerente ao desenvolvimento psicoafectivo. A adolescência será, também, um período de maior vulnerabilidade para a emergência da patologia psicótica, quando houver fragilidades psicobiológicas no processo conducente à estruturação do Eu, como sendo: a ambiguidade das identificações, falhas narcísicas básicas e predomínio de recurso a processos primários de funcionamento mental onde o princípio do prazer predomina sobre o princípio da realidade. A patologia do Ego é descrita como estando na base da psicose, pelo defeito na integração psíquica. Surge o desenvolvimento de uma neo-realidade como modo de permitir criar uma organização defensiva do caos em que o indivíduo psicótico imerge. Acresce essencial tentar descriminar o significado da expressão fenomenológica da psicose, no que concerne aos três distúrbios básicos do quadro psicótico: Actividae, limites e Fragmentação do Ego.

There are no comments for this item.

Log in to your account to post a comment.