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Da destruição à (re)construção dos afectos... um caminho tumultuoso

Autor: PEREIRA, CarlaCo-autor: MAIA, GeorginaIn: Revista Portuguesa de Pedopsiquiatria. Lisboa. Vol.II, nº.31 (Jul.-Dez. 2011) , p.7-27Idioma: Português.Assunto: PSICOLOGIA | DEPRESSÃO | AGRESSIVIDADE | INSTITUCIONALIZAÇÃO | COMPORTAMENTO AGRESSIVO | PORTUGAL Localização e Cota : P.300 Resumo: "Lembram-se do P.?" - É a pergunta colocada frequentemente aos autores desta comunicação por técnicos que, em qualquer altura da sua vida, contactaram com P. e se admiram pela boa evolução clínica dada a gravidade da sintomatologia e do percurso familiar e institucional. Reflectindo sobre P., colam-se outras lembranças. Algumas das quais doem. Por outros que não conseguiram evoluir positivamente e dos quais não sabemos onde se encontram. E ainda outros que não conseguem adquirir uma estabilidade emocional e comportamental mas mantêm o laço terapêutico. O motivo principal da consulta são as alterações graves do comportamento mas existem diferenças. Os autores pretendem apresentar estes casos clínicos e a análise que realizaram face as diferentes evoluções. Coloca-se a hipótese de esta depender da capacidade de aceder ao núcleo depressivo e desidealizar as figuras parentais, procurando e encontrando outras figuras adultas de identificação. Mesmo que passem eles a ser os pais dos seus pais.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.300 (Browse shelf) Available

"Lembram-se do P.?" - É a pergunta colocada frequentemente aos autores desta comunicação por técnicos que, em qualquer altura da sua vida, contactaram com P. e se admiram pela boa evolução clínica dada a gravidade da sintomatologia e do percurso familiar e institucional. Reflectindo sobre P., colam-se outras lembranças. Algumas das quais doem. Por outros que não conseguiram evoluir positivamente e dos quais não sabemos onde se encontram. E ainda outros que não conseguem adquirir uma estabilidade emocional e comportamental mas mantêm o laço terapêutico. O motivo principal da consulta são as alterações graves do comportamento mas existem diferenças. Os autores pretendem apresentar estes casos clínicos e a análise que realizaram face as diferentes evoluções. Coloca-se a hipótese de esta depender da capacidade de aceder ao núcleo depressivo e desidealizar as figuras parentais, procurando e encontrando outras figuras adultas de identificação. Mesmo que passem eles a ser os pais dos seus pais.

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