Estratégias de estudo dos alunos no âmbito dos processos de socialização
In: Sociologia - Problemas e Práticas. Lisboa. N.66 (Maio-Agos. 2011) , p.71-93Idioma: Português.Assunto: EDUCAÇÃO | ENSINO | APRENDIZAGEM | NOVAS TECNOLOGIAS | RELAÇÃO ESCOLA-FAMÍLIA | PORTUGAL Localização e Cota : P.230 Resumo: Neste artigo analisamos o tempo que uma amostra de alunos de Lisboa, dos 5º., 7º. e 12º. anos, dedicam às mais importantes fontes de informação disponíveis para o estudo das ciências: o manual escolar, os apontamentos, o visionamento de documentários científicos (BBC Vida Selvagem, National Geographic, Discovery Channel, etc.), o uso da internet e de CD-RON, filmes e vídeos e/ou livros e revistas científicos. Neste âmbito, é problematizada a influência familiar e do professor, por um lado; e a motivação para ciências e o género dos alunos, por outro. Os resultados evidenciam que as estratégias de estudo dos alunos são fundamentalmente influenciadas pela família comparativamente à influência do professor. Fica claro que as referidas estratégias de estudo variam em função da sua origem social, do género e do ano de estudo (5º., 7º. ou 12º. ano).| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.230 (Browse shelf) | Available |
Neste artigo analisamos o tempo que uma amostra de alunos de Lisboa, dos 5º., 7º. e 12º. anos, dedicam às mais importantes fontes de informação disponíveis para o estudo das ciências: o manual escolar, os apontamentos, o visionamento de documentários científicos (BBC Vida Selvagem, National Geographic, Discovery Channel, etc.), o uso da internet e de CD-RON, filmes e vídeos e/ou livros e revistas científicos. Neste âmbito, é problematizada a influência familiar e do professor, por um lado; e a motivação para ciências e o género dos alunos, por outro. Os resultados evidenciam que as estratégias de estudo dos alunos são fundamentalmente influenciadas pela família comparativamente à influência do professor. Fica claro que as referidas estratégias de estudo variam em função da sua origem social, do género e do ano de estudo (5º., 7º. ou 12º. ano).
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