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Psicoses : modelo cognitivo-comportamental

Autor: CAMPOS, Ricardo PereiraIn: Hospitalidade. Lisboa. A.75,n.291 (Jan.-Mar. 2011) , p.12-22Idioma: Português.Assunto: PSICOSE MODELO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL Localização e Cota : P.29 Resumo: Desde a década de 70 do Séc. XX que as teorias cognitivo-comportamentais (TCC) se têm vindo a desenvolver fundamentalmente no chamado espectro neurótico. A primeira aplicação conhecida do modelo cognitivo-comportamental para a análise e tratamento dos sintomas psicóticos deve-se a Beck que tratou em 1952 um doente com delírio resistente ao tratamento farmacológico. No início da década de 90 do século passado, começou-se a estudar aproximações semelhantes em pessoas com o diagnóstico de psicoses e os resultados foram promissores. O surgimento e desenvolvimento do modelo cognitivo-comportamental deveu-se a uma conjugação de factores (medicação, risco de recaída, alterações comportamentais e défices de competências sociais) que permitiram analisar a pessoa portadora de perturbação psicótica de uma forma mais optimista no sentido de colmatar as dificuldades apresentadas fundamentalmente pelas terapias farmacológicas. O Modelo Cognitivo-Comportamental reflecte um paradigma de processamento de informação, baseado em esquemas, como um modelo de funcionamento humano (...).
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.29 (Browse shelf) Available

Desde a década de 70 do Séc. XX que as teorias cognitivo-comportamentais (TCC) se têm vindo a desenvolver fundamentalmente no chamado espectro neurótico. A primeira aplicação conhecida do modelo cognitivo-comportamental para a análise e tratamento dos sintomas psicóticos deve-se a Beck que tratou em 1952 um doente com delírio resistente ao tratamento farmacológico. No início da década de 90 do século passado, começou-se a estudar aproximações semelhantes em pessoas com o diagnóstico de psicoses e os resultados foram promissores. O surgimento e desenvolvimento do modelo cognitivo-comportamental deveu-se a uma conjugação de factores (medicação, risco de recaída, alterações comportamentais e défices de competências sociais) que permitiram analisar a pessoa portadora de perturbação psicótica de uma forma mais optimista no sentido de colmatar as dificuldades apresentadas fundamentalmente pelas terapias farmacológicas. O Modelo Cognitivo-Comportamental reflecte um paradigma de processamento de informação, baseado em esquemas, como um modelo de funcionamento humano (...).

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