Políticas de identidade : perfil de DNA e a identidade degético-criminal
In: Análise Social. Lisboa. V.45,n.196 (3º trim. 2010) , p.537-553Idioma: Português.Assunto: IDENTIDADE BASES DE DADOS DNA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL GENÉTICA PERFIL CRIMINAL Localização e Cota : P.46 Resumo: O DNA é visto por muitos como a "verdadeira" base da identidade humana, por se tratar de uma estrutura biológica, em princípio, única em cada indivíduo. Esta noção de "unicidade", pilar fundamental da investigação criminal e da genética forense, tem alimentado políticas de identidade da parte dos Estados modernos pela classificação e armazenamento de informação sobre "criminosos". Neste artigo analisam-se estratégias médico-legais e burocrático-estatais de produção da identidade "genético-criminal" relacionadas com a criação, em Portugal, de uma base de dados forense de perfis de DNA. Discutem-se os impactos desta política de identidade na gestão, categorização e vigilância de indivíduos classificados como criminosos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.46 (Browse shelf) | Available |
O DNA é visto por muitos como a "verdadeira" base da identidade humana, por se tratar de uma estrutura biológica, em princípio, única em cada indivíduo. Esta noção de "unicidade", pilar fundamental da investigação criminal e da genética forense, tem alimentado políticas de identidade da parte dos Estados modernos pela classificação e armazenamento de informação sobre "criminosos". Neste artigo analisam-se estratégias médico-legais e burocrático-estatais de produção da identidade "genético-criminal" relacionadas com a criação, em Portugal, de uma base de dados forense de perfis de DNA. Discutem-se os impactos desta política de identidade na gestão, categorização e vigilância de indivíduos classificados como criminosos.
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