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A psicopatologia borderline e o agir à prova no rorschach, como espaço virtual de alucinação negativa

Autor: VIEGAS, João CarlosIn: INUAF STUDIA - Scientiae Rerum Diffusio. Loulé. Supl.n.14 (2009) , p.37-40Idioma: Português.Assunto: BORDERLINE ESTADOS LIMITES ALUCINAÇÃO Localização e Cota : P.293 Resumo: Neste artigo, recorrendo a integrações tecidas, essencialmente, entre os contributos centrais de Freud e Bion e articuladas no quadro geral da "teoria negativo" de A. Green, concebemos o agir como uma procura de continente, sentido e simbolização que, inscrita à priori na relação, actua contra a ameaça do nada, que se encontra subjacente à insubstância do simbólico. Para pôr à prova esta concepção, que ilustrámos e confirmámos através do estudo de narrativas Rorschach de sujeitos borderline, concebemos o Rorschach como um "espaço virtual de alucinação negativa", tomando como referência central o modelo de análise e interpretação apresentado por M. Emília Marques, que estabelece o instrumento como um "espaço de relação, interpretação, comunicação e simbolização".
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.293 (Browse shelf) Available

CD-ROM com o texto dos artigos.

Neste artigo, recorrendo a integrações tecidas, essencialmente, entre os contributos centrais de Freud e Bion e articuladas no quadro geral da "teoria negativo" de A. Green, concebemos o agir como uma procura de continente, sentido e simbolização que, inscrita à priori na relação, actua contra a ameaça do nada, que se encontra subjacente à insubstância do simbólico. Para pôr à prova esta concepção, que ilustrámos e confirmámos através do estudo de narrativas Rorschach de sujeitos borderline, concebemos o Rorschach como um "espaço virtual de alucinação negativa", tomando como referência central o modelo de análise e interpretação apresentado por M. Emília Marques, que estabelece o instrumento como um "espaço de relação, interpretação, comunicação e simbolização".

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