A violência como factor de vulnerabilidade segundo os adolescentes. Estudo em contexto escolar
In: Revista Portuguesa de Pedagogia. Coimbra. A.43,n.2 (2009) , p.125-140Idioma: Português.Assunto: VIOLÊNCIA NA ESCOLA Localização e Cota : P.247 Resumo: O objectivo deste estudo foi compreender como é que os adolescentes escolares percebem a violência em suas diferentes formas e expressões e em que medida cada uma destas dimensões é percebida como factor de vulnerabilidade. O estudo é de natureza qualitativa e os dados foram colhidos por meio de entrevistas semi-estruturadas aplicadas a adolescentes dos 12 a 18 anos. A análise dos dados foi realizada por meio da análise de conteúdo temática baseando-se em princípios hermenêutico-dialéticos. A violência social, em particular a delinquência juvenil, comunitária e escolar é apontada enquanto um factor de vulnerabilidade o que nos leva a considerar que para impedirmos a sua (re) produção, as iniciativas sóciopolítivas devem procurar responder aos desafios de tirá-la da clandestinidade; compreender melhor o seu processo de produção e formar profissionais da saúde e da educação comprometidos na sua resolução.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.247 (Browse shelf) | Available |
O objectivo deste estudo foi compreender como é que os adolescentes escolares percebem a violência em suas diferentes formas e expressões e em que medida cada uma destas dimensões é percebida como factor de vulnerabilidade. O estudo é de natureza qualitativa e os dados foram colhidos por meio de entrevistas semi-estruturadas aplicadas a adolescentes dos 12 a 18 anos. A análise dos dados foi realizada por meio da análise de conteúdo temática baseando-se em princípios hermenêutico-dialéticos. A violência social, em particular a delinquência juvenil, comunitária e escolar é apontada enquanto um factor de vulnerabilidade o que nos leva a considerar que para impedirmos a sua (re) produção, as iniciativas sóciopolítivas devem procurar responder aos desafios de tirá-la da clandestinidade; compreender melhor o seu processo de produção e formar profissionais da saúde e da educação comprometidos na sua resolução.
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