Caracterização psicológica de uma amostra forense de abusadores sexuais / Pedro Fernandes dos Santos Pechorro, Carlos Fernandes, Rui Xavier Vieira
In: Análise Psicológica. Lisboa. N.4,s.26 (Out.-Dez. 2008em PDF) , p.615-623Idioma: Português.Assunto: PSICOLOGIA | ANÁLISE PSICOLÓGICA | ABUSO SEXUAL | PSICOLOGIA SOCIAL | PERFIL PSICOLÓGICO | AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA | COMPORTAMENTO SEXUAL | VIOLÊNCIA SEXUAL | PEDOFILIA | PORTUGAL Localização e Cota : PP76 Resumo: Na presente investigação procedeu-se à avaliação psicológica de 41 abusadores sexuais (leque etário=17-73 anos; M = 43 anos) actualmente detidos em estabelecimentos prisionais recorrendo ao Millon Clinical Multiaxial Inventory II (Millon, 1987) e a algumas variáveis classificativas (e.g., idade das vítimas, comportamentos sexuais praticados). Os resultados demonstraram uma grande multiplicidade de perfis psicológicos possíveis, alguns dos quais mais frequentes do que outros, o que não corrobora a existência dum perfil típico e estereotipado para abusadores sexuais. Os resultados põem em causa o valor da avaliação psicológica enquanto prova jurídica no caso concreto da identificação de abusadores sexuais.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | PP76 (Browse shelf) | Available |
Veja-se a MO "Perfil psicológico de uma amostra forense de abusadores sexuais" , Tese de Pós-Graduação em Psicologia Criminal, da Justiça e da Exclusão Social, de Pedro Santos Pechorro (REG. 5354)
Na presente investigação procedeu-se à avaliação psicológica de 41 abusadores sexuais (leque etário=17-73 anos; M = 43 anos) actualmente detidos em estabelecimentos prisionais recorrendo ao Millon Clinical Multiaxial Inventory II (Millon, 1987) e a algumas variáveis classificativas (e.g., idade das vítimas, comportamentos sexuais praticados). Os resultados demonstraram uma grande multiplicidade de perfis psicológicos possíveis, alguns dos quais mais frequentes do que outros, o que não corrobora a existência dum perfil típico e estereotipado para abusadores sexuais. Os resultados põem em causa o valor da avaliação psicológica enquanto prova jurídica no caso concreto da identificação de abusadores sexuais.
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