Análise do fenómeno de base segura em contexto familiar: as relações criança/mãe e criança/pai
In: Psicologia. Lisboa. V.22,n.1 (2008) , p.105-125Idioma: Português.Assunto: RELAÇÕES PAIS-FILHOS FIGURA PATERNAL Localização e Cota : P.103 Resumo: O estudo analisa, no contexto da teoria de Bowlby e Ainsworth, o modo como a criança utiliza as figuras parentais como base segura, explorando a especificidade da organização destes comportamentos nas duas relações. Analisa, ainda, a existência de semelhanças ou diferenças nas classificações da criança em relação à mãe e ao pai. Os participantes são 56 díades mãe/criança e pai/criança, tendo as crianças idades compreendidas entre os 29 e os 38 meses. Observadores independentes realizaram visitas domiciliárias com a criança/mãe e com a criança/pai, utilizando o AQS (Waters, 1995). Não foram encontradas diferenças significativas entre os valores de segurança para a mãe e para o pai. Com base nas escalas do AQS, obtiveram-se diferenças significativas na Proximidade e no Contacto Físico. Assim, a criança utiliza ambos os pais como base segura, embora os estilos de interacção possam apresentar caracteristicas específicas. Verificou-se, ainda, a existência de uma correlação significativa entre os valores de segurança da criança em relação à mãe e ao pai, o que vai ao encontro dos resultados obtidos por Veríssimo et al. (2006). Esta correlação poderá ser explicada pela semelhança nos cuidados parentais.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.103 (Browse shelf) | Available |
O estudo analisa, no contexto da teoria de Bowlby e Ainsworth, o modo como a criança utiliza as figuras parentais como base segura, explorando a especificidade da organização destes comportamentos nas duas relações. Analisa, ainda, a existência de semelhanças ou diferenças nas classificações da criança em relação à mãe e ao pai. Os participantes são 56 díades mãe/criança e pai/criança, tendo as crianças idades compreendidas entre os 29 e os 38 meses. Observadores independentes realizaram visitas domiciliárias com a criança/mãe e com a criança/pai, utilizando o AQS (Waters, 1995). Não foram encontradas diferenças significativas entre os valores de segurança para a mãe e para o pai. Com base nas escalas do AQS, obtiveram-se diferenças significativas na Proximidade e no Contacto Físico. Assim, a criança utiliza ambos os pais como base segura, embora os estilos de interacção possam apresentar caracteristicas específicas. Verificou-se, ainda, a existência de uma correlação significativa entre os valores de segurança da criança em relação à mãe e ao pai, o que vai ao encontro dos resultados obtidos por Veríssimo et al. (2006). Esta correlação poderá ser explicada pela semelhança nos cuidados parentais.
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