Maus-tratos no Concelho de Loulé: estudo da prevalência do abuso sexual nas crianças acompanhadas pelo Núcleo de Apoio às Crianças e Jovens em Risco do Centro de Saúde de Loulé
In: Revista Portuguesa de Pedopsiquiatria. Lisboa. N.25 (Jul.-Dez. 2008) , p.83-94Idioma: Português.Assunto: ALCOOLISMO CRIANÇA MALTRATADA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA ABUSO SEXUAL DOENÇA MENTAL MAUS TRATOS Localização e Cota : P.300 Resumo: O presente trabalho consiste num estudo exploratório, constituído por duas partes distintas: na primeira parte, apresentam-se os dados globais sobre os maus-tratos, e na segunda parte, os dados específicos referentes ao abuso sexual. A amostra foi composta por 173 sujeitos, com idades compreendidas entre os 0 e os 16 anos, residentes no Concelho de Loulé e utentes do Centro de Saúde. Deste total, 21,4% foram sujeitos a abuso sexual. A incidência do abuso é maior no sexo feminino, verificando-se elevada associação com a negligência. As idades mais vulneráveis foram a faixa etária dos 3, dos 8 e dos 7 anos respectivamente. O abusador foi sempre alguém conhecido da criança, com 82% de abuso intrafamiliar. O alcoolismo, a doença mental e a violência doméstica assumiram valores significativos dentro da amostra.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.300 (Browse shelf) | Available |
O presente trabalho consiste num estudo exploratório, constituído por duas partes distintas: na primeira parte, apresentam-se os dados globais sobre os maus-tratos, e na segunda parte, os dados específicos referentes ao abuso sexual. A amostra foi composta por 173 sujeitos, com idades compreendidas entre os 0 e os 16 anos, residentes no Concelho de Loulé e utentes do Centro de Saúde. Deste total, 21,4% foram sujeitos a abuso sexual. A incidência do abuso é maior no sexo feminino, verificando-se elevada associação com a negligência. As idades mais vulneráveis foram a faixa etária dos 3, dos 8 e dos 7 anos respectivamente. O abusador foi sempre alguém conhecido da criança, com 82% de abuso intrafamiliar. O alcoolismo, a doença mental e a violência doméstica assumiram valores significativos dentro da amostra.
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