"Parar! Para me dar sentido" - Intervenção psicoterapêutica de grupo com adolescentes em risco
In: Revista Portuguesa de Pedopsiquiatria. Lisboa. N.25 (Jul.-Dez. 2008) , p.25-41Idioma: Português.Assunto: ADOLESCENTE EM RISCO | COMPORTAMENTO ANTI-SOCIAL | PERTURBAÇÃO DA VINCULAÇÃO | SOCIALIZAÇÃO | TERAPIA DE GRUPO | INTERVENÇÃO PSICOTERAPÊUTICA | SAÚDE MENTAL Localização e Cota : P.300 Resumo: As repercussões das perturbações de vinculação com que somos confrontados na clínica em saúde mental infantil e da adolescência, são caracterizadas por um tipo anormal de insegurança, que se reflecte em respostas sociais fortemente contraditórias, por vezes camufladas por dificuldades de aprendizagem, agressividade, dificuldades de socialização. A existência de falhas emocionais muito precoces é também o que justifica o lado imaturo e frágil das estruturas de personalidade dos adolescentes que chegam ao nosso serviço. Na intervenção com adolescentes que viveram situações de abandonos, privações e falhas precoces, deparamo-nos frequentemente com uma forte resistência ao desenvolvimento de uma relação terapêutica de confiança securizante. Neste artigo, apresentamos uma proposta de intervenção psicoterapêutica de grupo, que tem como fundamento, permitir a cada adolescente a reconstrução do seu mundo interior, através da relação com os seus pares, num ambiente em que se sintam desejados, permitindo um crescimento emocional e afectivo mais consistente, com regras e limites menos ameaçadores.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.300 (Browse shelf) | Available |
As repercussões das perturbações de vinculação com que somos confrontados na clínica em saúde mental infantil e da adolescência, são caracterizadas por um tipo anormal de insegurança, que se reflecte em respostas sociais fortemente contraditórias, por vezes camufladas por dificuldades de aprendizagem, agressividade, dificuldades de socialização. A existência de falhas emocionais muito precoces é também o que justifica o lado imaturo e frágil das estruturas de personalidade dos adolescentes que chegam ao nosso serviço. Na intervenção com adolescentes que viveram situações de abandonos, privações e falhas precoces, deparamo-nos frequentemente com uma forte resistência ao desenvolvimento de uma relação terapêutica de confiança securizante. Neste artigo, apresentamos uma proposta de intervenção psicoterapêutica de grupo, que tem como fundamento, permitir a cada adolescente a reconstrução do seu mundo interior, através da relação com os seus pares, num ambiente em que se sintam desejados, permitindo um crescimento emocional e afectivo mais consistente, com regras e limites menos ameaçadores.
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