Inquéritos Nacionais de Saúde : auto-percepção do estado de saúde - uma análise em torno da questão de género e da escolaridade
In: Revista Portuguesa de Saúde Pública. Lisboa. V.26,n.2 (Jul.-Dez. 2008) , p.5-16Idioma: Português.Assunto: ESCOLARIDADE SAÚDE GÉNERO Localização e Cota : P.240 Resumo: Apresentam-se resultados dos Inquéritos Nacionais de Saúde realizados em 1995/6, 1998/9 e 2005/6 (4º INS), sobre a auto-percepção do estado de saúde da população inquirida em Portugal Continental, com 15 ou mais anos. Reflecte-se sobre a maneira como é percepcionado o estado de saúde pelo próprio e a sua relação com a escolaridade e com o género. Os resultados revelam a importância da escolaridade e do género, enquanto factores distintivos, na forma como cada pesoa avalia, positiva ou negativamente, o seu próprio estado de saúde. Apesar de se evidenciar um aumento da auto-apreciação positiva, mantém-se a associação entre as pessoas com níveis de escolaridade mais baixos e uma auto-apreciação negativa e as mulheres tendem a apresentar uma apreciação menos positiva da sua saúde. Por último, apresentam-se algumas considerações breves em torno de diferenças entre países.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.240 (Browse shelf) | Available |
Apresentam-se resultados dos Inquéritos Nacionais de Saúde realizados em 1995/6, 1998/9 e 2005/6 (4º INS), sobre a auto-percepção do estado de saúde da população inquirida em Portugal Continental, com 15 ou mais anos. Reflecte-se sobre a maneira como é percepcionado o estado de saúde pelo próprio e a sua relação com a escolaridade e com o género. Os resultados revelam a importância da escolaridade e do género, enquanto factores distintivos, na forma como cada pesoa avalia, positiva ou negativamente, o seu próprio estado de saúde. Apesar de se evidenciar um aumento da auto-apreciação positiva, mantém-se a associação entre as pessoas com níveis de escolaridade mais baixos e uma auto-apreciação negativa e as mulheres tendem a apresentar uma apreciação menos positiva da sua saúde. Por último, apresentam-se algumas considerações breves em torno de diferenças entre países.
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