Adaptação portuguesa da escala de Aliança Psicoterapêutica da Califórnia (versão do paciente)
In: Toxicodependências. Lisboa. V.14,n.2 (2008) , p.63-75Idioma: Português.Assunto: PSICOTERAPIA TOXICODEPENDÊNCIA Localização e Cota : P.215 Resumo: O presente estudo tem como objectivo a adaptação portuguesa da escala de Aliança Psicoterapêutica da Califórnia, versão do paciente (Gaston, 1990; Gaston & Marmar, 1991). Partindo de uma amostra clínica de 120 sujeitos em psicoterapia, os resultados psicométricos obtidos com esta versão evidenciam três factores capazes de explicar 50,082% da variância acumulada. Contudo, esta estrutura difere da obtida pelos autores originais. A consistência interna (alpha de Cronbach) apresenta valores satisfatórios, tanto para a escala total como para os factores. Não se verificam diferenças significativas entre os sujeitos toxicodependentes e os sujeitos com outras situações clínicas. A duração e a frequência do processo terapêutico evidencia a existência de relações significativas, nomeadamente uma correlação negativa entre o factor 2 e o tempo de duração da psicoterapia e uma correlação positiva entre o factor 3 e a frequência das sessões.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.215 (Browse shelf) | Available |
O presente estudo tem como objectivo a adaptação portuguesa da escala de Aliança Psicoterapêutica da Califórnia, versão do paciente (Gaston, 1990; Gaston & Marmar, 1991). Partindo de uma amostra clínica de 120 sujeitos em psicoterapia, os resultados psicométricos obtidos com esta versão evidenciam três factores capazes de explicar 50,082% da variância acumulada. Contudo, esta estrutura difere da obtida pelos autores originais. A consistência interna (alpha de Cronbach) apresenta valores satisfatórios, tanto para a escala total como para os factores. Não se verificam diferenças significativas entre os sujeitos toxicodependentes e os sujeitos com outras situações clínicas. A duração e a frequência do processo terapêutico evidencia a existência de relações significativas, nomeadamente uma correlação negativa entre o factor 2 e o tempo de duração da psicoterapia e uma correlação positiva entre o factor 3 e a frequência das sessões.
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