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A intervenção da inspecção na escola

Autor: LUCAS, ClaraIn: Revista Portuguesa de Pedagogia. Coimbra. A.42,n.1 (2008) , p.5-26Idioma: Português.Assunto: ESCOLA INSPECÇÃO ESCOLAR Localização e Cota : P.247 Resumo: Uma actuação inspectiva qualificada, criteriosa e coerente pode levar a uma melhoria dos actuais níveis de qualidade educacional, se for persuasiva e consistente nas suas intervenções; se, no respeito pela autonomia das organizações escolares e dos seus profissionais, souber motivar e mobilizar os actores educativos para metas quantitativas e qualitativas mais exigentes; se for capaz de fomentar, junto daquelas unidades escolares, a auto-definição de estratégias de melhoria e de compromissos com mais progresso, mais qualidade, melhor desempenho dos alunos e da instituição; se, enfim, num processo de auto exigência, melhorar os seus níveis de inter-relação e comunicação. Na prossecução deste desígnio, consideramos fundamental um corpo inspectivo que possua um rigoroso conhecimento da realidade das organizações escolares e estabeleça o contacto directo com as mesmas, de forma a avaliar, estimular e recomendar novos procedimentos, promotores de uma cultura de aperfeiçoamento institucional focalizado e estratégico e de uma atitude crítica de auto-questionamento conducente à qualidade dos processos e dos resultados educacionais.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.247 (Browse shelf) Available

Uma actuação inspectiva qualificada, criteriosa e coerente pode levar a uma melhoria dos actuais níveis de qualidade educacional, se for persuasiva e consistente nas suas intervenções; se, no respeito pela autonomia das organizações escolares e dos seus profissionais, souber motivar e mobilizar os actores educativos para metas quantitativas e qualitativas mais exigentes; se for capaz de fomentar, junto daquelas unidades escolares, a auto-definição de estratégias de melhoria e de compromissos com mais progresso, mais qualidade, melhor desempenho dos alunos e da instituição; se, enfim, num processo de auto exigência, melhorar os seus níveis de inter-relação e comunicação. Na prossecução deste desígnio, consideramos fundamental um corpo inspectivo que possua um rigoroso conhecimento da realidade das organizações escolares e estabeleça o contacto directo com as mesmas, de forma a avaliar, estimular e recomendar novos procedimentos, promotores de uma cultura de aperfeiçoamento institucional focalizado e estratégico e de uma atitude crítica de auto-questionamento conducente à qualidade dos processos e dos resultados educacionais.

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