Violência íntima no feminino : contextos, motivos e significados / Luísa Sousela, Carla machado, Celina Manita
In: Revista do CEJ. Lisboa. N.7 (2º. semestre 2007) , p.165-190Idioma: Português.Assunto: PSICOLOGIA | VIOLÊNCIA CONJUGAL | AGRESSÃO | VIOLÊNCIA DE GÉNERO | AUTODEFESA | PORTUGAL Localização e Cota : PP314 Resumo: Este artigo aborda a violência física exercida por mulheres no âmbito das suas relações conjugais, considerando que podem (co) existir vários padrões de violência íntima, uns mais associados à perpetração masculina, outros à perpetração feminina, outros ainda a ambos os elementos do casal, de forma bi-direccional. De forma a clarificar melhor esta realidade no contexto português, conduzimos dois estudos: 1) um estudo quantitativo, com base numa investigação epidemiológica, cuja análise nos permitiu uma caracterização inicial da violência física exercida por mulheres nas suas relações íntimas e 2) um estudo qualitativo, alicerçado em entrevistas em profundidade a mulheres consideradas agressoras íntimas, que procurou explorar os contextos, motivações, significados e impacto da violência física exercida por estas no âmbito das suas relações conjugais. Verificou-se a existência de um perfil de agressão feminina relativamente uniforme, enquadrável numa lógica de retaliação ou autodefesa, no contexto de uma relação caracterizada predominantemente pela agressão masculina.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | PP314 (Browse shelf) | Available |
Este artigo aborda a violência física exercida por mulheres no âmbito das suas relações conjugais, considerando que podem (co) existir vários padrões de violência íntima, uns mais associados à perpetração masculina, outros à perpetração feminina, outros ainda a ambos os elementos do casal, de forma bi-direccional. De forma a clarificar melhor esta realidade no contexto português, conduzimos dois estudos: 1) um estudo quantitativo, com base numa investigação epidemiológica, cuja análise nos permitiu uma caracterização inicial da violência física exercida por mulheres nas suas relações íntimas e 2) um estudo qualitativo, alicerçado em entrevistas em profundidade a mulheres consideradas agressoras íntimas, que procurou explorar os contextos, motivações, significados e impacto da violência física exercida por estas no âmbito das suas relações conjugais. Verificou-se a existência de um perfil de agressão feminina relativamente uniforme, enquadrável numa lógica de retaliação ou autodefesa, no contexto de uma relação caracterizada predominantemente pela agressão masculina.
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