Representações sociais : a perspectiva da família - O enfermeiro de saúde mental e psiquiatria
In: Hospitalidade. Lisboa. A.71,n.277 (Jul.-Set. 2007) , p.22-27Idioma: Português.Assunto: REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DOENÇA MENTAL ENFERMAGEM SAÚDE MENTAL PSIQUIATRIA FAMÍLIA Localização e Cota : P.29 Resumo: Este estudo é uma investigação das representações sociais que as famílias dos doentes com doença mental têm dos enfermeiros que trabalham em saúde mental e psiquiatria. Metodologicamente, enquanto pesquisa qualitativa, aplicou-se uma entrevista de levantamento de conceitos e opiniões, a 44 sujeitos, familiares dos doentes portadores de doença mental internados na Casa de Saúde do Telhal. Da amostra, a maioria dos indivíduos vê os enfermeiros de saúde mental e psiquiatria como profissionais pacientes, que têm importância por catalizarem o tratamento dos doentes, colaborarem com o psiquiatra e terem uma presença duradoura junto do doente e da sua família, sendo a maior dificuldade quotidiana o relacionamento com doentes rebeldes e/ou violentos. Como tratamento da doença mental, os entrevistados consideram que a medicação e o acompanhamento médico são as medidas mais importantes. Os familiares manifestam um sentimento de revolta por não conseguirem ajudar, pensam que a doença mental não tem cura e têm medo de adoecer com este tipo de patologia por acharem que é uma doença difícil.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.29 (Browse shelf) | Available |
Este estudo é uma investigação das representações sociais que as famílias dos doentes com doença mental têm dos enfermeiros que trabalham em saúde mental e psiquiatria. Metodologicamente, enquanto pesquisa qualitativa, aplicou-se uma entrevista de levantamento de conceitos e opiniões, a 44 sujeitos, familiares dos doentes portadores de doença mental internados na Casa de Saúde do Telhal. Da amostra, a maioria dos indivíduos vê os enfermeiros de saúde mental e psiquiatria como profissionais pacientes, que têm importância por catalizarem o tratamento dos doentes, colaborarem com o psiquiatra e terem uma presença duradoura junto do doente e da sua família, sendo a maior dificuldade quotidiana o relacionamento com doentes rebeldes e/ou violentos. Como tratamento da doença mental, os entrevistados consideram que a medicação e o acompanhamento médico são as medidas mais importantes. Os familiares manifestam um sentimento de revolta por não conseguirem ajudar, pensam que a doença mental não tem cura e têm medo de adoecer com este tipo de patologia por acharem que é uma doença difícil.
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