Motivação para o tratamento : estratégias psicoterapêuticas no tratamento da toxicodependência
In: Toxicodependências. Lisboa. V.13,n.1 (2007) , p.49-58Idioma: Português.Assunto: TRATAMENTO DE TOXICODEPENDENTES MOTIVAÇÃO MÉTODOS DE ENTREVISTA TERAPÊUTICA DA DROGA Localização e Cota : P.215 Resumo: A motivação para o tratamento é considerada uma componente importante no tratamento dos toxicodependentes, quer enquanto elemento que desencadeia o tratamento, quer enquanto foco do próprio processo terapêutico. Nesse sentido são apresentadas duas perspectivas de abordagem da motivação para o tratamento: a primeia centrada no modelo de orientação psicodinâmica, analisa a negação e as técnicas de confronto, como núcleo central da interpretação dada à ausência de motivação e estratégia terapêutica a utilizar, a segunda sugere uma abordagem centrada nos aspectos cognitivo-comportamentais da motivação para o tratamento, aliada aos princípios da entrevista motivacional, a qual assume como ponto de partida uma atitude crítica em relação à técnica de confronto e adopta como referencial teórico o modelo transteórico. Por fim, sugere-se que a estratégia terapêutica a utilizar em relação à motivação para o tratamento deveria considerar a avaliação da relação terapêutica, a personalidade e avaliação das componentes da motivação.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.215 (Browse shelf) | Available |
A motivação para o tratamento é considerada uma componente importante no tratamento dos toxicodependentes, quer enquanto elemento que desencadeia o tratamento, quer enquanto foco do próprio processo terapêutico. Nesse sentido são apresentadas duas perspectivas de abordagem da motivação para o tratamento: a primeia centrada no modelo de orientação psicodinâmica, analisa a negação e as técnicas de confronto, como núcleo central da interpretação dada à ausência de motivação e estratégia terapêutica a utilizar, a segunda sugere uma abordagem centrada nos aspectos cognitivo-comportamentais da motivação para o tratamento, aliada aos princípios da entrevista motivacional, a qual assume como ponto de partida uma atitude crítica em relação à técnica de confronto e adopta como referencial teórico o modelo transteórico. Por fim, sugere-se que a estratégia terapêutica a utilizar em relação à motivação para o tratamento deveria considerar a avaliação da relação terapêutica, a personalidade e avaliação das componentes da motivação.
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