Autismo : a especificidade da diferença
In: Sonhar - Comunicar / Repensar a Diferença. Braga. V.2,n.2 (Jul.-Dez. 2006) , p.213-229Idioma: Português.Assunto: AUTISMO | PERTURBAÇÕES PSÍQUICAS | DIAGNÓSTICO | INTERVENÇÃO | INCLUSÃO SOCIAL Localização e Cota : P.271 Resumo: O autismo foi descrito pela primeira vez pelo psiquiatra americano Leo Kanner em 1943. Desde então, a investigação científica tem contribuído para um maior conhecimento e entendimento desta perturbação grave do comportamento infantil, ajudando a desmistificar preconceitos e ideias do senso comum. Neste artigo atribuímos especial importância à questão do diagnóstico e etiologia ainda algo controversa e parcialmente desconhecida. Porque cada vez mais é necessário organizar e estruturar ambientes educativos de forma a dar uma resposta diferenciada e capaz às necessidades de cada criança, é também abordada a temática da inclusão. Ao fazê-lo, procuramos demonstrar aos familiares e técnicos em particular, e à sociedade em geral, que construir uma escola que educa com sucesso todas as crianças, incluindo as que possuem patologias graves, é o melhor alicerce para uma sociedade que se quer verdadeiramente inclusiva.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.271 (Browse shelf) | Available |
O autismo foi descrito pela primeira vez pelo psiquiatra americano Leo Kanner em 1943. Desde então, a investigação científica tem contribuído para um maior conhecimento e entendimento desta perturbação grave do comportamento infantil, ajudando a desmistificar preconceitos e ideias do senso comum. Neste artigo atribuímos especial importância à questão do diagnóstico e etiologia ainda algo controversa e parcialmente desconhecida. Porque cada vez mais é necessário organizar e estruturar ambientes educativos de forma a dar uma resposta diferenciada e capaz às necessidades de cada criança, é também abordada a temática da inclusão. Ao fazê-lo, procuramos demonstrar aos familiares e técnicos em particular, e à sociedade em geral, que construir uma escola que educa com sucesso todas as crianças, incluindo as que possuem patologias graves, é o melhor alicerce para uma sociedade que se quer verdadeiramente inclusiva.
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