Toxicodependentes em tratamento no Algarve : a evolução nos consumos de 1999 a 2004
In: Toxicodependências. Lisboa. V.12,n.3 (2006) , p.7-19Idioma: Português.Assunto: TOXICODEPENDÊNCIA HEROÍNA RISCO TRATAMENTO DE TOXICODEPENDENTES CONSUMO DE DROGA ALGARVE Localização e Cota : P.215 Resumo: O actual estudo pretende caracterizar a evolução dos toxicodependentes em tratamento no Algarve, de 1999 a 2004, com base numa amostra aleatória que incluiu metade de todos os novos utentes da Delegação Regional do Algarve do Instituto da Droga e Toxicodependência. É efectuada a comparação com os resultados já conhecidos de estudo anterior realizado sobre os toxicodependentes em tratamento, também no Algarve, entre 1988 e 1998. Verificamos uma diminuição do número de novos utentes inscritos, diminuição da prevalência de Hepatite C e dos consumos de heroína, sobretudo por via endovenosa. Pelo contrário, constatamos dois resultados perturbadores: um aumento do número de anos de consumo da droga principal até ao momento da primeira consulta, e uma prevalência superior da infecção HIV no sexo feminino, não associado a hábitos de consumo endovenoso. São expostas algumas hipóteses explicativas para estes dois resultados, mas que terão de ser analisadas noutros estudos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.215 (Browse shelf) | Available |
O actual estudo pretende caracterizar a evolução dos toxicodependentes em tratamento no Algarve, de 1999 a 2004, com base numa amostra aleatória que incluiu metade de todos os novos utentes da Delegação Regional do Algarve do Instituto da Droga e Toxicodependência. É efectuada a comparação com os resultados já conhecidos de estudo anterior realizado sobre os toxicodependentes em tratamento, também no Algarve, entre 1988 e 1998. Verificamos uma diminuição do número de novos utentes inscritos, diminuição da prevalência de Hepatite C e dos consumos de heroína, sobretudo por via endovenosa. Pelo contrário, constatamos dois resultados perturbadores: um aumento do número de anos de consumo da droga principal até ao momento da primeira consulta, e uma prevalência superior da infecção HIV no sexo feminino, não associado a hábitos de consumo endovenoso. São expostas algumas hipóteses explicativas para estes dois resultados, mas que terão de ser analisadas noutros estudos.
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