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Necessidades de intervenção no consumo de álcool, tabaco e outras drogas em Portugal

Autor: FILHO, Hilson CunhaIn: Revista Portuguesa de Saúde Pública. Lisboa. V.23,n.2 (Jul.-Dez. 2005) , p.77-88Idioma: Português.Assunto: CONSUMO DE TABACO | CONSUMO DE ÁLCOOL | SAÚDE | TOXICODEPENDÊNCIA | COMPORTAMENTO DE RISCO | PORTUGAL | INTERVENÇÃO | POLÍTICA SOCIAL Localização e Cota : P.240 Resumo: O uso de substâncias psicoactivas é actualmente um dos maiores responsáveis pelo peso global da doença em quase todas as regiões do mundo, nomeadamente na região europeia, com todas as implicações que isso acarreta para os sistemas de saúde. Este artigo procura antes de mais contextualizar e caracterizar o consumo de substâncias em Portugal, tendo como base os inquéritos nacionais de saúde desenvolvidos nos últimos anos. Ao analisar as tendências de evolução destes consumos, procura alertar para a necessidade de desenvolver estratégias de saúde abrangentes que permitam limitar os danos causados aos indivíduos e à população por este consumo. Por fim, chama a atenção para a necessidade do envolvimento dos profissionais de saúde e para o interesse de se desenvolverem políticas consistentes e claras de controlo do uso de substâncias, à semelhança do que vem ocorrendo para o tabaco.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.240 (Browse shelf) Available

O uso de substâncias psicoactivas é actualmente um dos maiores responsáveis pelo peso global da doença em quase todas as regiões do mundo, nomeadamente na região europeia, com todas as implicações que isso acarreta para os sistemas de saúde. Este artigo procura antes de mais contextualizar e caracterizar o consumo de substâncias em Portugal, tendo como base os inquéritos nacionais de saúde desenvolvidos nos últimos anos. Ao analisar as tendências de evolução destes consumos, procura alertar para a necessidade de desenvolver estratégias de saúde abrangentes que permitam limitar os danos causados aos indivíduos e à população por este consumo. Por fim, chama a atenção para a necessidade do envolvimento dos profissionais de saúde e para o interesse de se desenvolverem políticas consistentes e claras de controlo do uso de substâncias, à semelhança do que vem ocorrendo para o tabaco.

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