Para um modelo de autonomia - Apresentação de um caso clínico
In: Toxicodependências. Lisboa. V.11,n.3 (2005) , p.75-86Idioma: Português.Assunto: AUTONOMIA TERAPIA FAMILIAR MODELOS TEORIAS DO COMPORTAMENTO TOXICODEPENDÊNCIA Localização e Cota : P.215 Resumo: O estudo apresentado descreve e analisa o que decorreu da prática clínica ao longo do tempo em que a autora acompanhou a Família T., em processo de Terapia Familiar Sistémica. O ponto de partida é a apresentação/caracterização da família e a análise longitudinal das sessões. O material recolhido, permitiu seleccionar variáveis, criar categorias e avaliar frequências, sendo apresentada uma análise de conteúdo com tradução gráfica. Os acontecimentos da história desta família e das sessões terapéuticas são integrados em "correntes teóricas", seus modelos e técnicas, num movimento que passa de um plano sincrónico a um plano diacrónico, revisitando as perspectivas estruturais, estratégicas, transgeracionais e construtivistas. Termina propondo um modelo de autonomia, cuja premissa é a do sintoma toxicodependência ter a função de manter a família unida.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.215 (Browse shelf) | Available |
O estudo apresentado descreve e analisa o que decorreu da prática clínica ao longo do tempo em que a autora acompanhou a Família T., em processo de Terapia Familiar Sistémica. O ponto de partida é a apresentação/caracterização da família e a análise longitudinal das sessões. O material recolhido, permitiu seleccionar variáveis, criar categorias e avaliar frequências, sendo apresentada uma análise de conteúdo com tradução gráfica. Os acontecimentos da história desta família e das sessões terapéuticas são integrados em "correntes teóricas", seus modelos e técnicas, num movimento que passa de um plano sincrónico a um plano diacrónico, revisitando as perspectivas estruturais, estratégicas, transgeracionais e construtivistas. Termina propondo um modelo de autonomia, cuja premissa é a do sintoma toxicodependência ter a função de manter a família unida.
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