El exito academico : luces y sombras de las trayectorias universitarias de las mujeres
In: Educativa. Goiás. V.7,n.2 (Jul.-Dez. 2004) , p.189-206Idioma: Português.Assunto: MULHER EDUCAÇÃO MUDANÇA SOCIAL PODER IGUALDADE DE OPORTUNIDADES ENTRE SEXOS ENSINO SUPERIOR Localização e Cota : P.276 Resumo: A autora descreve no texto a evolução do alunado universitário feminino, traçando uma longa trajetória desde os anos 1940 até a atualidade. Evolução que no princípio foi muito lenta, característica que se deve, por um lado, a uma universidade de minorias e a elites que era restritiva em geral, e, por outro lado, deve-se a uma sociedade fortemente patriarcal, que não concebia outro destino para a mulher que não fosse o matrimônio e manter-se afastada de toda atividade profissional e pública. Esse panorama muda radicalmente a partir dos anos 1980, quando as mulheres universitárias (e estudantes em geral) chegam a apresentar um fenômeno novo: o êxito escolar feminino. Entretanto, se isto é certo no que se refere a resultados acadêmicos excelentes, bem como a notáveis resultados em concursos e provas administrativas normalizadas, não acontece o mesmo quando se trata de alcançar o maior nível universitário: a obtenção da cátedra, prova esta muito influenciada pelo poder acadêmico e social, mais do que pelo bom currículo das candidatas. Com isso, para as mulheres, a grande questão pendente seja a de obter poder e saber desenvolver-se neste poder, seja ele político, social ou acadêmico, como é o caso que reflete o artigo.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.276 (Browse shelf) | Available |
A autora descreve no texto a evolução do alunado universitário feminino, traçando uma longa trajetória desde os anos 1940 até a atualidade. Evolução que no princípio foi muito lenta, característica que se deve, por um lado, a uma universidade de minorias e a elites que era restritiva em geral, e, por outro lado, deve-se a uma sociedade fortemente patriarcal, que não concebia outro destino para a mulher que não fosse o matrimônio e manter-se afastada de toda atividade profissional e pública. Esse panorama muda radicalmente a partir dos anos 1980, quando as mulheres universitárias (e estudantes em geral) chegam a apresentar um fenômeno novo: o êxito escolar feminino. Entretanto, se isto é certo no que se refere a resultados acadêmicos excelentes, bem como a notáveis resultados em concursos e provas administrativas normalizadas, não acontece o mesmo quando se trata de alcançar o maior nível universitário: a obtenção da cátedra, prova esta muito influenciada pelo poder acadêmico e social, mais do que pelo bom currículo das candidatas. Com isso, para as mulheres, a grande questão pendente seja a de obter poder e saber desenvolver-se neste poder, seja ele político, social ou acadêmico, como é o caso que reflete o artigo.
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