Dor mental e toxicodependência
In: Toxicodependências. Lisboa. V.11,n.1 (2005) , p.3-13Idioma: Português.Assunto: FREUD NARCISISMO BION PSICOLOGIA PSICANÁLISE Localização e Cota : P.215 Resumo: A autora apresenta um modelo teórico-clínico sobre a dor mental, conceito que descreve e articula com várias dimensões do funcionamento mental, enfatizando a questão da dor mental e do sofrimento psíquico no quadro da dependência de substâncias psicoactivas. São fornecidos dados oriundos da investigação clínica e empírica sobre a toxicodependência, enquadrados pela autora em algumas perspectivas psicanalíticas sobre a toxicodependência, nomeadamente as que tendem a privilegiar a teoria da gratificação narcísica. As contribuições de Freud, de Bion e de outros autores são revistas e problematizadas no sentido de fundamentar teórica e clinicamente uma abordagem da dor mental. Propõe, partindo da arte da fotografia, a metáfora da dor mental enquanto negativo de proto-emoções, uma experiência não-simbolizada, inscrita na fronteira soma-psique, a transformar clinicamente, no contexto da relação psicanalítica. Ilustra os conceitos e as ideias expostas com a descrição de um caso clínico de um paciente toxicodependente em psicanálise.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.215 (Browse shelf) | Available |
A autora apresenta um modelo teórico-clínico sobre a dor mental, conceito que descreve e articula com várias dimensões do funcionamento mental, enfatizando a questão da dor mental e do sofrimento psíquico no quadro da dependência de substâncias psicoactivas. São fornecidos dados oriundos da investigação clínica e empírica sobre a toxicodependência, enquadrados pela autora em algumas perspectivas psicanalíticas sobre a toxicodependência, nomeadamente as que tendem a privilegiar a teoria da gratificação narcísica. As contribuições de Freud, de Bion e de outros autores são revistas e problematizadas no sentido de fundamentar teórica e clinicamente uma abordagem da dor mental. Propõe, partindo da arte da fotografia, a metáfora da dor mental enquanto negativo de proto-emoções, uma experiência não-simbolizada, inscrita na fronteira soma-psique, a transformar clinicamente, no contexto da relação psicanalítica. Ilustra os conceitos e as ideias expostas com a descrição de um caso clínico de um paciente toxicodependente em psicanálise.
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