Atitudes de adolescentes face à doença mental / Patricia Arriaga, Filipa Costa, João Taborda
In: Intervenção Social. Lisboa. A.13,n.28 (Dez. 2003) , p.79-98Idioma: Português.Assunto: SERVIÇO SOCIAL | ADOLESCENTE | ESTUDOS | INTERVENÇÃO | ANÁLISE | AVALIAÇÃO | PORTUGAL Localização e Cota : PP100 Resumo: Este estudo analisa a eficácia de uma intervenção junto de adolescentes relativamente às suas atitudes face à doença mental. Foram aplicadas, em duas fases (pré e pós intervenção), duas escalas para avaliar as atitudes: uma Escala de Distância Social e uma Escala de Diferenciadores Semânticos. A intervenção ocorreu junto de estudantes que frequentavam o 3º ciclo do Ensino Básico de uma Escola do Concelho de Lisboa. Para comparar os resultados recorreu-se a uma segunda escola (grupo de controlo), na qual não houve intervenção, mas em que se procedeu à aplicação das mesmas escalas nos dois momentos de avaliação. Na primeira fase (pré-intervenção) as escalas foram aplicadas a 293 participantes de ambas as escolas, e numa segunda fase (pós-intervenção) a uma amostra total de 102 participantes. Os resultados obtidos sugerem que a intervenção produziu efeitos positivos nas atitudes dos adolescentes. O grupo de participantes submetido à intervenção manifestou atitudes mais favoráveis face ao doente mental, comparativamente com o grupo de controlo.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | PP100 (Browse shelf) | Available |
Este estudo analisa a eficácia de uma intervenção junto de adolescentes relativamente às suas atitudes face à doença mental. Foram aplicadas, em duas fases (pré e pós intervenção), duas escalas para avaliar as atitudes: uma Escala de Distância Social e uma Escala de Diferenciadores Semânticos. A intervenção ocorreu junto de estudantes que frequentavam o 3º ciclo do Ensino Básico de uma Escola do Concelho de Lisboa. Para comparar os resultados recorreu-se a uma segunda escola (grupo de controlo), na qual não houve intervenção, mas em que se procedeu à aplicação das mesmas escalas nos dois momentos de avaliação. Na primeira fase (pré-intervenção) as escalas foram aplicadas a 293 participantes de ambas as escolas, e numa segunda fase (pós-intervenção) a uma amostra total de 102 participantes. Os resultados obtidos sugerem que a intervenção produziu efeitos positivos nas atitudes dos adolescentes. O grupo de participantes submetido à intervenção manifestou atitudes mais favoráveis face ao doente mental, comparativamente com o grupo de controlo.
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