Do prazer à dependência
In: Toxicodependências. Lisboa. V.10,n.3 (2004) , p.49-56Idioma: Português.Assunto: DEPENDÊNCIA Localização e Cota : P.215 Resumo: A autora, após breve revisão de conceitos ligados à dependência, salienta a importância da evolução filogenética e acentua o carácter simultaneamente uno e diverso dos seres vivos. Após a revisão sumária das funções do SNA (Sistema Nervoso Autónomo) e do SNC, ilustra a importância dos processos de auto-regulação e a sua implicação nos mecanismos de equilíbrio, assim como no sofrimento psicopatológico. Prosseguindo a referência evolutiva, debruça-se sobre a acção das substâncias psicoactivas no Sistema de Recompensa Cerebral do homem, os mecanismos neurobiológicos do prazer e as mudanças estruturais e funcionais que favorecem a dependência e a recaída, salientando a importância, nesse processo, de determinadas proteínas. Num apontamento sobre a sociedade hedónica de hoje, reflecte, a partir de outros autores, sobre a contribuição da mesma no favorecimento das dependências. Finalmente, invoca o tempo e a memória para a compreensão e o sentido da vida e interroga o homem na sua omnipotência desumanizante, ameaçadora da prória espécie.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.215 (Browse shelf) | Available |
A autora, após breve revisão de conceitos ligados à dependência, salienta a importância da evolução filogenética e acentua o carácter simultaneamente uno e diverso dos seres vivos. Após a revisão sumária das funções do SNA (Sistema Nervoso Autónomo) e do SNC, ilustra a importância dos processos de auto-regulação e a sua implicação nos mecanismos de equilíbrio, assim como no sofrimento psicopatológico. Prosseguindo a referência evolutiva, debruça-se sobre a acção das substâncias psicoactivas no Sistema de Recompensa Cerebral do homem, os mecanismos neurobiológicos do prazer e as mudanças estruturais e funcionais que favorecem a dependência e a recaída, salientando a importância, nesse processo, de determinadas proteínas. Num apontamento sobre a sociedade hedónica de hoje, reflecte, a partir de outros autores, sobre a contribuição da mesma no favorecimento das dependências. Finalmente, invoca o tempo e a memória para a compreensão e o sentido da vida e interroga o homem na sua omnipotência desumanizante, ameaçadora da prória espécie.
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