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Atitudes de técnicos e auxiliares face à sexualidade das pessoas com deficiência mental

Autor: MORATO, Pedro Parrot Co-autor: TOMÉ, Gina QuirásIn: Revista de Educação Especial e Reabilitação. Lisboa. S.3,v.7,n.2 (Jul.-Dez. 2000) , p.17-59Idioma: Português.Assunto: EDUCAÇÃO ESPECIAL DEFICIÊNCIA MENTAL SEXUALIDADE ESTUDOS Localização e Cota : P.296 Resumo: O presente estudo pretendeu estudar as atitudes de técnicos e auxiliares face à sexualidade de pessoas com deficiência mental, tendo como palavra chave "atitudes", "deficiência mental" e "sexualidade". Para esse fim foi seleccionada uma amostra constituída por 115 sujeitos, divididos em cinco grupos: 23 psicólogos, 23 professores, 23 educadores, 23 terapeutas e 23 auxiliares, todos com experiência directa com pessoas com deficiência mental. Tendo em conta o objectivo que nos propusemos alcançar, foi utilizado o questionário aplicado por Aizpurua (1985) no seu estudo intitulado "Sexualidade Y Subnormalidade (Actitude de los padres e educadores)". Esse questionário foi adaptado à população portuguesa, sofrendo algumas alterações. Recorremos ainda a um questionário que nos permitiu concretizar a caracterização da amostra em estudo. Os resultados obtidos neste estudo, revelam que as atitudes face à sexualidade variam consoante a profissão. Por outro lado, verificou-se que a idade e formação dos técnicos e auxiliares, assim como, o tempo de serviço, o grau de deficiência e idade das pessoas com deficiência mental com quem trabalham, são factores que influenciam as atitudes de técnicos e auxiliares, face à sexualidade das pessoas com deficiência mental.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.296 (Browse shelf) Available

O presente estudo pretendeu estudar as atitudes de técnicos e auxiliares face à sexualidade de pessoas com deficiência mental, tendo como palavra chave "atitudes", "deficiência mental" e "sexualidade". Para esse fim foi seleccionada uma amostra constituída por 115 sujeitos, divididos em cinco grupos: 23 psicólogos, 23 professores, 23 educadores, 23 terapeutas e 23 auxiliares, todos com experiência directa com pessoas com deficiência mental. Tendo em conta o objectivo que nos propusemos alcançar, foi utilizado o questionário aplicado por Aizpurua (1985) no seu estudo intitulado "Sexualidade Y Subnormalidade (Actitude de los padres e educadores)". Esse questionário foi adaptado à população portuguesa, sofrendo algumas alterações. Recorremos ainda a um questionário que nos permitiu concretizar a caracterização da amostra em estudo. Os resultados obtidos neste estudo, revelam que as atitudes face à sexualidade variam consoante a profissão. Por outro lado, verificou-se que a idade e formação dos técnicos e auxiliares, assim como, o tempo de serviço, o grau de deficiência e idade das pessoas com deficiência mental com quem trabalham, são factores que influenciam as atitudes de técnicos e auxiliares, face à sexualidade das pessoas com deficiência mental.

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