Modelo cognitivo da conduta suicida
In: INUAF STUDIA - Scientie Rerum Diffusio. Loulé. A.3,n.5 (Jul. 2003) , p.193-230Idioma: Português.Assunto: PERSONALIDADE | VULNERABILIDADE | FRUSTRAÇÃO | IMPULSIVIDADE | ANSIEDADE | ISOLAMENTO | SUICÍDIO Localização e Cota : P.293 Resumo: O autor propõe um modelo compreensivo da conduta suicida, numa perspectiva cognitiva, baseado nas abordagens teórico-práticas de vários autores. São considerados vários factores que exercem a sua influência na opção suicida, a longo, a médio e a curto prazo e definidos como factores de vulnerabilidade, factores predisponentes e factores precipitantes. Entre os factores de vulnerabilidade destaca-se o papel da vivência precoce de acontecimentos traumáticos, e de algumas características de personalidade como a impulsividade, o perfeccionismo, a desesperança e uma baixa capacidade de resolução de problemas. Entre os factores predisponentes destacam-se a baixa autoestima, o estilo atributivo disfuncional, o pensamento dicotómico e a percepção distorcida do tempo pessoal. Entre os factores precipitantes destacam-se a dor psicológica insuportável provocada pela frustação de necessidades tidas como vitais, níveis elevados de ansiedade, um enorme sentimento de isolamento e solidão, a constrição do pensamento e a decisão de cessar a vida como solução para os problemas pessoais percebidos como irresolúveis.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.293 (Browse shelf) | Available |
O autor propõe um modelo compreensivo da conduta suicida, numa perspectiva cognitiva, baseado nas abordagens teórico-práticas de vários autores. São considerados vários factores que exercem a sua influência na opção suicida, a longo, a médio e a curto prazo e definidos como factores de vulnerabilidade, factores predisponentes e factores precipitantes. Entre os factores de vulnerabilidade destaca-se o papel da vivência precoce de acontecimentos traumáticos, e de algumas características de personalidade como a impulsividade, o perfeccionismo, a desesperança e uma baixa capacidade de resolução de problemas. Entre os factores predisponentes destacam-se a baixa autoestima, o estilo atributivo disfuncional, o pensamento dicotómico e a percepção distorcida do tempo pessoal. Entre os factores precipitantes destacam-se a dor psicológica insuportável provocada pela frustação de necessidades tidas como vitais, níveis elevados de ansiedade, um enorme sentimento de isolamento e solidão, a constrição do pensamento e a decisão de cessar a vida como solução para os problemas pessoais percebidos como irresolúveis.
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