Determinantes globais e locais na emergência de solidariedades sociais : o caso do sector informal nas áreas periurbanas da cidade de Maputo / Teresa Cruz e Silva
In: Revista Crítica de Ciências Sociais. Coimbra. N.63 (Out. 2002) , p.75-89Idioma: Português.Assunto: SOLIDARIEDADE | SOCIOLOGIA URBANA | POLÍTICA SOCIAL | POLÍTICA URBANA | PROTECÇÃO SOCIAL | ECONOMIA | MOÇAMBIQUE | PORTUGAL Localização e Cota : PP82 Resumo: A presente contribuição baseia‑se na análise dos resultados de uma pesquisa sobre solidariedades sociais realizada nas áreas periurbanas da cidade de Maputo. Partindo de um estudo de caso sobre mercados informais, no contexto de uma sociedade onde o Estado se apresenta erodido e manietado para contrariar as consequências das políticas neoliberais e para tornear os modelos de políticas sociais impostos pelas instituições multilaterias como o Banco Mundial e o FMI, este texto coloca no prato da balança as determinantes globais e locais que levam à emergência e/ou desenvolvimento de solidariedades sociais, ao mesmo tempo que avalia os constrangimentos que limitam a sua capacidade de resposta à produção do bem estar, como uma possível alternativa à incapacidade do Estado de prover serviços sociais básicos aos cidadãos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | PP82 (Browse shelf) | Available |
A presente contribuição baseia‑se na análise dos resultados de uma pesquisa sobre solidariedades sociais realizada nas áreas periurbanas da cidade de Maputo. Partindo de um estudo de caso sobre mercados informais, no contexto de uma sociedade onde o Estado se apresenta erodido e manietado para contrariar as consequências das políticas neoliberais e para tornear os modelos de políticas sociais impostos pelas instituições multilaterias como o Banco Mundial e o FMI, este texto coloca no prato da balança as determinantes globais e locais que levam à emergência e/ou desenvolvimento de solidariedades sociais, ao mesmo tempo que avalia os constrangimentos que limitam a sua capacidade de resposta à produção do bem estar, como uma possível alternativa à incapacidade do Estado de prover serviços sociais básicos aos cidadãos.
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