Terapia focada nos esquemas : questões acerca da sua validação empírica
In: Psicologia. Oeiras. V.15,n.2 (2001) , p.309-324Idioma: Português.Assunto: PSICOTERAPIA DISTÚRBIOS DA PERSONALIDADE Localização e Cota : P.103 Resumo: São discutidas questões relacionadas com a validação empírica da terapia focada nos esquemas (TFE), um modelo para a compreensão e intervenção nos distúrbios de personalidade proposto por Young (1990), encarando a TFE como um desenvolvimento da terapia cognitiva para os distúrbios de personalidadew (Beck et al., 1990). Partindo do princípio que a validação da TFE passa pela possibilidade de avaliar, válida e fidedignamente, os esquemas precoces mal-adaptativos (EPM), postulados como subjacentes à psicopatologia, centramo-nos na discussão das várias estratégias de avaliação clínica e em investigação destas estruturas cognitivas. É analisada criticamente a avaliação de EPM por questionários de auto-resposta, nomeadamente através do Questionário de Esquemas de Young (Young & Brown, 1990). Por fim, é apresentada uma nova metodologia de avaliação de EPM, o IAECA - Inventário de Avaliação de Esquemas por Cenários Activadores (Rijo & Pinto-Gouveia, 1999), que procura ultrapassar as limitações dos instrumentos de avaliação actualmente disponíveis.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.103 (Browse shelf) | Available |
São discutidas questões relacionadas com a validação empírica da terapia focada nos esquemas (TFE), um modelo para a compreensão e intervenção nos distúrbios de personalidade proposto por Young (1990), encarando a TFE como um desenvolvimento da terapia cognitiva para os distúrbios de personalidadew (Beck et al., 1990). Partindo do princípio que a validação da TFE passa pela possibilidade de avaliar, válida e fidedignamente, os esquemas precoces mal-adaptativos (EPM), postulados como subjacentes à psicopatologia, centramo-nos na discussão das várias estratégias de avaliação clínica e em investigação destas estruturas cognitivas. É analisada criticamente a avaliação de EPM por questionários de auto-resposta, nomeadamente através do Questionário de Esquemas de Young (Young & Brown, 1990). Por fim, é apresentada uma nova metodologia de avaliação de EPM, o IAECA - Inventário de Avaliação de Esquemas por Cenários Activadores (Rijo & Pinto-Gouveia, 1999), que procura ultrapassar as limitações dos instrumentos de avaliação actualmente disponíveis.
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