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"Política molecular", crime e "cidadania genética" em Portugal / Susana Costa, João Arriscado Nunes

Autor: Costa, SusanaCo-autor: NUNES, João Arriscado ; MACHADO, HelenaIn: Revista Crítica de Ciências Sociais. Coimbra. N.57-58 (Jun.-Nov. 2000) , p.291-301Idioma: Português.Assunto: SOCIOLOGIA DO DIREITO | MEDICINA | GENÉTICA | CIDADANIA | CIÊNCIAS SOCIAIS | PORTUGAL | CRIME Localização e Cota : PP82 Resumo: A propósito da discussão e do debate público que a aplicação da genética e da biotecnologia está a suscitar em todo o mundo, devido aos problemas de protecção dos cidadãos, da sua privacidade, da sua saúde e do seu ambiente, procura-se analisar o papel do Estado e da sociedade no enquadramento dessa matéria em Portugal, procurando ultrapassar a aparente ausência de regulação pública e de debate público envolvendo o Governo, o Parlamento e os cidadãos. Conclui-se com a apresentação de algumas especificidades da cultura regulatória e política portuguesa: hiato entre a legislação formal e o seu accionamento, relação autoritária entre o Estado e o sistema judicial entre o Estado e os cidadãos; atitude reverencial em relação à ciência; fraqueza do parecer científico institucionalizado junto das instituições do Estado; debilidade das organizações e movimentos sociais e de cidadãos.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
PP82 (Browse shelf) Available

A propósito da discussão e do debate público que a aplicação da genética e da biotecnologia está a suscitar em todo o mundo, devido aos problemas de protecção dos cidadãos, da sua privacidade, da sua saúde e do seu ambiente, procura-se analisar o papel do Estado e da sociedade no enquadramento dessa matéria em Portugal, procurando ultrapassar a aparente ausência de regulação pública e de debate público envolvendo o Governo, o Parlamento e os cidadãos. Conclui-se com a apresentação de algumas especificidades da cultura regulatória e política portuguesa: hiato entre a legislação formal e o seu accionamento, relação autoritária entre o Estado e o sistema judicial entre o Estado e os cidadãos; atitude reverencial em relação à ciência; fraqueza do parecer científico institucionalizado junto das instituições do Estado; debilidade das organizações e movimentos sociais e de cidadãos.

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