Dois dias de consulta de toxicodependências em Portugal resultados de 1994 / Nuno Félix da Costa, Lígia Viana, José Correia
In: Toxicodependências. Lisboa. A.2,n.1 (Abril.1996) , p.3-20Idioma: Português.Assunto: CONSULTA DE TOXICODEPENDÊNCIA Localização e Cota : P.215 Resumo: Desde 1991 a actividade clínica dos Centros de Atendimento de Toxicodependentes (CAT) do Serviço de Prevenção e Tratamento da Toxicodependência (SPTT) é avaliada em dois dias de consultas consecutivos de Novembro. Neste trabalho são apresentados os resultados de 1994. As principais dimensões avaliadas referem-se a uma caracterização demográfica sucinta da população utente, aos recursos terapêuticos utilizados e aos resultados conseguidos.Foram recebidas 795 respostas. A heroinodependência continua a constituir o problema principal em 95,3% dos casos de consulta pelo que se restringiu o estudo a estes doentes. No que refere aos resultados clínicos 62,5% estavam abstinentes: 18,7% abstinentes há mais de seis meses, 11,4% há mais de três meses| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.215 (Browse shelf) | Available |
Desde 1991 a actividade clínica dos Centros de Atendimento de Toxicodependentes (CAT) do Serviço de Prevenção e Tratamento da Toxicodependência (SPTT) é avaliada em dois dias de consultas consecutivos de Novembro. Neste trabalho são apresentados os resultados de 1994. As principais dimensões avaliadas referem-se a uma caracterização demográfica sucinta da população utente, aos recursos terapêuticos utilizados e aos resultados conseguidos.Foram recebidas 795 respostas. A heroinodependência continua a constituir o problema principal em 95,3% dos casos de consulta pelo que se restringiu o estudo a estes doentes. No que refere aos resultados clínicos 62,5% estavam abstinentes: 18,7% abstinentes há mais de seis meses, 11,4% há mais de três meses mas menos do que seis, 15,2% abstinentes há mais de um mês e 17,5% há mais de uma semana mas menos de um mês. A abordagem terapêutica prevalente é a combinação da farmacoterapia com psicoterapia em 56,5% da amostra sendo a psicoterapia a monoterapia mais utilizada em 17% dos casos, predominantemente num padrão semanal (em 57,7% dos casos), eram psicoterapêuticas em 41,8% e psicofarmacológicas em 40,8%. É apresentada a globalidade dos resultados e discutidas as suas implicações clínicas.
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