Normal view MARC view ISBD view

Perfil da população seropositiva para o VIH no estabelecimento prisional do Porto

Autor: MORGADO, Rui M. Ramos Co-autor: MALTA, Letícia S. ; VASCONCELOS, A. Ludgero de In: Temas Penitenciários. Lisboa. N.2 (1998) , p.49-54Idioma: Português.Assunto: ESTABELECIMENTO PRISONAL DO PORTO SEROPOSITIVO Localização e Cota : P.101 Resumo: Um dos problemas que os AA encontraram ao longo dos anos em que têm exercido actividade clínica no estabelecimento Prisional do Porto (EPP) foi o aumento da população seropositiva para o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIII). Neste trabalho pretenderam determinar na população do EPP o perfil do recluso seropositivo, o resultado do tratamento instituido e se haveria ou não o fenómeno que designaram por "efeito de estufa", isto é, se os reclusos viriam infectados do exterior ou se adquiriram a infecção dentro do sistema prisional. O estudo incidiu sobre uma população constituída por 1010 reclusos seropositivos. O perfil do recluso seropositivo que dá entrada no EPP foi definido pelos AA como uma idade compreendida entre 23 e 34 anos, proveniente de um concelho da área do Grande Porto ou do litoral urbano, que provalvelmente não foi preso pela primeira vez e é toxicodependente há vários anos. Relatam-se os trabalhos realizados com estes reclusos ao nível dos Serviços Clínicos do EPP, ressaltando-se a importância e os resultados do acompanhamento psicológico. Finalmente, os AA verificaram que não existe o que chamaram "efeito de estufa" pois só 0,79% dos casos estudados revelaram ser de reclusos, que provavelmente contraíram a infecção dentro do sistema prisional.
Tags from this library: No tags from this library for this title. Log in to add tags.
    average rating: 0.0 (0 votes)
Item type Current location Call number Status Date due Barcode
Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.101 (Browse shelf) Available

Um dos problemas que os AA encontraram ao longo dos anos em que têm exercido actividade clínica no estabelecimento Prisional do Porto (EPP) foi o aumento da população seropositiva para o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIII). Neste trabalho pretenderam determinar na população do EPP o perfil do recluso seropositivo, o resultado do tratamento instituido e se haveria ou não o fenómeno que designaram por "efeito de estufa", isto é, se os reclusos viriam infectados do exterior ou se adquiriram a infecção dentro do sistema prisional. O estudo incidiu sobre uma população constituída por 1010 reclusos seropositivos. O perfil do recluso seropositivo que dá entrada no EPP foi definido pelos AA como uma idade compreendida entre 23 e 34 anos, proveniente de um concelho da área do Grande Porto ou do litoral urbano, que provalvelmente não foi preso pela primeira vez e é toxicodependente há vários anos. Relatam-se os trabalhos realizados com estes reclusos ao nível dos Serviços Clínicos do EPP, ressaltando-se a importância e os resultados do acompanhamento psicológico. Finalmente, os AA verificaram que não existe o que chamaram "efeito de estufa" pois só 0,79% dos casos estudados revelaram ser de reclusos, que provavelmente contraíram a infecção dentro do sistema prisional.

There are no comments for this item.

Log in to your account to post a comment.