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Droga e toxicodependência nas representações de párocos e médicos

Autor: VALENTIM, ArturIn: , p.55-90Idioma: Português.Assunto: DROGA TOXICODEPENDÊNCIA Localização e Cota : P.46 Resumo: Neste artigo expõe-se uma pesquisa que teve como objectivo analisar as representações sociais da droga e da toxicodependência em dois grupos relevantes no controle social deste fenómeno: os párocos e os médicos. Neste âmbito recorreu-se à teoria sócio-psicológica das representações sociais, sendo estas operacionalizadas através de um compósito de conceitos (ancoragens, objectivação e atitudes sociais) e de técnicas (qualitativas e quantitativas). Orientadas pela tipologia analítica de Moscovici, a pesquisa procurou observar o estatuto mais rigidificado ou mais polémico das representações sociais da droga naqueles dois grupos. As conclusões mostram que o objecto-droga se configura como representação hegemónica tanto em párocos como em médicos, observando-se ainda algumas matizes representacionais mais ambivalentes circunscritas estritamente a médicos.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.46 (Browse shelf) Available

Neste artigo expõe-se uma pesquisa que teve como objectivo analisar as representações sociais da droga e da toxicodependência em dois grupos relevantes no controle social deste fenómeno: os párocos e os médicos. Neste âmbito recorreu-se à teoria sócio-psicológica das representações sociais, sendo estas operacionalizadas através de um compósito de conceitos (ancoragens, objectivação e atitudes sociais) e de técnicas (qualitativas e quantitativas). Orientadas pela tipologia analítica de Moscovici, a pesquisa procurou observar o estatuto mais rigidificado ou mais polémico das representações sociais da droga naqueles dois grupos. As conclusões mostram que o objecto-droga se configura como representação hegemónica tanto em párocos como em médicos, observando-se ainda algumas matizes representacionais mais ambivalentes circunscritas estritamente a médicos.

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