Da demência precoce à esquizofrenia
In: Psicología. Lisboa. V.14,n.1 (2000) , p.11-24Idioma: Português.Assunto: ESQUIZOFRENIA Localização e Cota : P.103 Resumo: A demência precoce, descrita por Kraepelin há cerca de um século, foi mais tarde designada por esquizofrenia, após a reformulação diagnóstica de Bleuler. Na actualidade o diagnóstico faz-se segundo critérios operacionais recomendados quer pela Associação Americana de Psiquiatria quer pela Organização Mundial de Saúde. Desde a descrição inicial da doença têm sido efectuados inúmeros estudos, com o objectivo de conhecer as suas causas, manifestações e formas de evolução. As teorias da vulnerabilidade-stress são as que melhor integram a pletora de conhecimentos disponíveis sobre esta perturbação, paradigma da psiquiatria e da saúde mental. Servem ainda de fundamento ao tratamento integrado dos doentes, tendo em consideração os diferentes factores biopsicossociais responsáveis pelas recaídas e tipos de evolução clínica. São também um suporte teórico para o trabalho de reabilitação psicossocial dos doentes.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.103 (Browse shelf) | Available |
A demência precoce, descrita por Kraepelin há cerca de um século, foi mais tarde designada por esquizofrenia, após a reformulação diagnóstica de Bleuler. Na actualidade o diagnóstico faz-se segundo critérios operacionais recomendados quer pela Associação Americana de Psiquiatria quer pela Organização Mundial de Saúde. Desde a descrição inicial da doença têm sido efectuados inúmeros estudos, com o objectivo de conhecer as suas causas, manifestações e formas de evolução. As teorias da vulnerabilidade-stress são as que melhor integram a pletora de conhecimentos disponíveis sobre esta perturbação, paradigma da psiquiatria e da saúde mental. Servem ainda de fundamento ao tratamento integrado dos doentes, tendo em consideração os diferentes factores biopsicossociais responsáveis pelas recaídas e tipos de evolução clínica. São também um suporte teórico para o trabalho de reabilitação psicossocial dos doentes.
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