Ajudar o aluno a estudar e a pensar : uma forma de intervir na promoção da aprendizagem
In: Revista Portuguesa de Pedagogia. Coimbra. A.32,n.3 (1998) , p.45-68Idioma: Português.Assunto: ESCOLA APRENDIZAGEM Localização e Cota : P.247 Resumo: Reconhece-se hoje a insuficiência de uma escola circunscrita a preocupações e actividades de leccionação dos conteúdos curriculares. Outros saberes e competências não circunscritos às matérias curriculares devem ser desenvolvidos na escola. Internacionalmente assiste-se a um movimento que pugna por uma escola menos confinada à transmissão de programas e saberes feitos, até porque nesse campo a escola vai perdendo progressivamente a sua exclusividade e relevância anterior. Outros recursos (in)formativos emergentes na sociedade, por norma mais assertivos e com outras possibilidades de comunicação e de persuasão, tornam a escola menos necessária por essas razões. Contudo, ela pode continuar a ser o local privilegiado onde se aprende a aprender e a pensar. Conscientes da necessidade de mudança, os professores devem ser preparados para uma prática educativa que estimula a motivação, a curiosidade, o pensamento, a resolução e invenção de problemas por parte dos alunos. Os avanços ocorridos nas concepções do ensino e da aprendizagem apontam várias linhas de actuação dos professores e dos demais profissionais escolares neste esforço colectivo de formação de cidadãos mais autónomos e socialmente comprometidos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.247 (Browse shelf) | Available |
Reconhece-se hoje a insuficiência de uma escola circunscrita a preocupações e actividades de leccionação dos conteúdos curriculares. Outros saberes e competências não circunscritos às matérias curriculares devem ser desenvolvidos na escola. Internacionalmente assiste-se a um movimento que pugna por uma escola menos confinada à transmissão de programas e saberes feitos, até porque nesse campo a escola vai perdendo progressivamente a sua exclusividade e relevância anterior. Outros recursos (in)formativos emergentes na sociedade, por norma mais assertivos e com outras possibilidades de comunicação e de persuasão, tornam a escola menos necessária por essas razões. Contudo, ela pode continuar a ser o local privilegiado onde se aprende a aprender e a pensar. Conscientes da necessidade de mudança, os professores devem ser preparados para uma prática educativa que estimula a motivação, a curiosidade, o pensamento, a resolução e invenção de problemas por parte dos alunos. Os avanços ocorridos nas concepções do ensino e da aprendizagem apontam várias linhas de actuação dos professores e dos demais profissionais escolares neste esforço colectivo de formação de cidadãos mais autónomos e socialmente comprometidos.
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