Burnout e toxicodependências : consequências para um modelo de supervisão em terapia familiar / A. Roma Torres e outros
Autor institucional: BURNOUT E TOXICODEPENDÊNCIAS: CONSEQUÊNCIAS PARA UM MODELO DE SUPERVISÃO EM TERAPIA FAMILIARIn: Toxicodependências. Lisboa. A.2,n.1 (Abr. 1996) , p.75-80Idioma: Português.Assunto: BURNOUT TOXICODEPENDÊNCIA SUPERVISÃO TERAPIA FAMILIAR Localização e Cota : P.215 Resumo: Os autores descrevem um modelo de supervisão numa consulta de terapia familiar de um centro de tratamento de toxicodependentes (CAT - Cedofeita/Porto). As famílias de toxicodependentes, particularmente resistentes, tendem a colocar sobre os terapeutas toda a responsabilidade do processo de mudança, um dos factores particularmente favorecedor do Burnout. A presença do supervisor do outro lado do espelho unidireccional, exterior à instituição e sem actividade clínica regular nesta área, facilita a prevenção do Burnout experimentado pelos terapeutas e supervisor, atráves da utilização do humor (Roma Torres et al., 1992) a diferentes níveis: - na regulação da proximidade/distância do terapeuta face à família no decorrer da sessão (Minuchin; Fishman, 1990) - na consideração e garante da neutralidade e curiosidade do terapeuta face à família (Cecchin, 1987), particular, na fase da 'hipotetização'. - na ampliação ou desenvolvimento de um outro ângulo de visão (Fry; Salameh, 1987), nomeadamente aquando da discussão em equipa no intervalo da sessão. Os autores constatam, ainda, que o humor permite reduzir o Burnout inclusivamente das famílias e dos indivíduos, não ignorando, no entanto, o sofrimento destes ao lidar com os problemas ligados à toxicodependência.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.215 (Browse shelf) | Available |
Os autores descrevem um modelo de supervisão numa consulta de terapia familiar de um centro de tratamento de toxicodependentes (CAT - Cedofeita/Porto). As famílias de toxicodependentes, particularmente resistentes, tendem a colocar sobre os terapeutas toda a responsabilidade do processo de mudança, um dos factores particularmente favorecedor do Burnout. A presença do supervisor do outro lado do espelho unidireccional, exterior à instituição e sem actividade clínica regular nesta área, facilita a prevenção do Burnout experimentado pelos terapeutas e supervisor, atráves da utilização do humor (Roma Torres et al., 1992) a diferentes níveis: - na regulação da proximidade/distância do terapeuta face à família no decorrer da sessão (Minuchin; Fishman, 1990) - na consideração e garante da neutralidade e curiosidade do terapeuta face à família (Cecchin, 1987), particular, na fase da 'hipotetização'. - na ampliação ou desenvolvimento de um outro ângulo de visão (Fry; Salameh, 1987), nomeadamente aquando da discussão em equipa no intervalo da sessão. Os autores constatam, ainda, que o humor permite reduzir o Burnout inclusivamente das famílias e dos indivíduos, não ignorando, no entanto, o sofrimento destes ao lidar com os problemas ligados à toxicodependência.
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