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Consciência de geração e etnicidade da segunda geração aos novos Luso-Africanos / António Concorda Contador

Autor: CONTADOR, António ConcordaIn: Sociologia - Problemas e Práticas. Lisboa. N.26 (1998) , p.57-83Idioma: Português.Assunto: CULTURA ACULTURAÇÃO LUSO-AFRICANOS Localização e Cota : P.230 Resumo: É sob o sustentáculo da controvérsia acerca da sua denominação - cujas premissas ideológicas escondem a debilidade do establishment português na gestão do problema, chamando-lhe 'segunda geração' - que os novos luso-africanos vão cimentar a sua 'consciência de geração' através também da reconstrução/ reinvenção da sua 'cultura das origens' interpenetrada por novas simulações de pertença identitária próprias do reordenamento policultural do espaço social e da projecção nesse último de imagens ou referênciais simbólicos relativos a cenários culturais afastados tanto dos PALOP quanto de Portugal.Será, portanto, a própria simbiose resultante da interpenetração desses referenciais que irá constituir a 'posição de geração' dos novos luso-africanos. Analisaremos ainda a 'consciência de geração' dos filhos de imigrantes dos PALOP residentes no Vale da Amoreira, pretendendo saber se se podem constituir enquanto 'geração efectiva' e se, por conseguinte, reequacionam o legado da 'cultura das origens' num novo quadro contextual urbano polifónico, potencialmente transétnico.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.230 (Browse shelf) Available

É sob o sustentáculo da controvérsia acerca da sua denominação - cujas premissas ideológicas escondem a debilidade do establishment português na gestão do problema, chamando-lhe 'segunda geração' - que os novos luso-africanos vão cimentar a sua 'consciência de geração' através também da reconstrução/ reinvenção da sua 'cultura das origens' interpenetrada por novas simulações de pertença identitária próprias do reordenamento policultural do espaço social e da projecção nesse último de imagens ou referênciais simbólicos relativos a cenários culturais afastados tanto dos PALOP quanto de Portugal.Será, portanto, a própria simbiose resultante da interpenetração desses referenciais que irá constituir a 'posição de geração' dos novos luso-africanos. Analisaremos ainda a 'consciência de geração' dos filhos de imigrantes dos PALOP residentes no Vale da Amoreira, pretendendo saber se se podem constituir enquanto 'geração efectiva' e se, por conseguinte, reequacionam o legado da 'cultura das origens' num novo quadro contextual urbano polifónico, potencialmente transétnico.

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