Stresse, burnout e estratégias de coping nos guardas prisionais da região autónoma dos Açores / Paulo Fernando Medeiros Arruda ; ori.tese Ermelindo Peixoto
Idioma: Português.Publicação: Ponta Delgada : [s.n.], 2013Descrição física: 132 p.; 30 cm em PDFColeção: EstudosAssunto: 705 | 6484 | 104959 | 7169 | 1186 | 5079 | 279Localização e Cota : EST1119 Resumo: A síndrome de burnout que advém do stresse profissional na fase considerada crónica, sobressai cada vez mais no mundo de trabalho, ganhando destaque em diversas profissões, sendo uma destas a guarda prisional, que é mencionada como uma das ocupações laborais com maior propensão ao burnout.Perante esta realidade, torna-se relevante perceber os níveis de vulnerabilidade ao stresse, stresse profissional e burnout existentes nos guardas prisionais ao serviço na Região Autónoma dos Açores, ampliando, nesse particular, o conhecimento existente sobre esta classe de profissionais em Portugal. Importa também, entender as estratégias de coping utilizadas por estes profissionais e perceber as dificuldades decorrentes da descontinuidade geográfica em relação ao restante território português. Participaram neste estudo 76 guardas prisionais que trabalham nos estabelecimentos prisionais da RAA e pertencem ao quadro da Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.Como medidas de avaliação foram utilizadas, um questionário sociodemográfico, uma classificação contendo itens que incidem sobre as fontes de stresse no trabalho, a escala de Stresse Profissional para Guardas Prisionais (ESPGP), a escala da Vulnerabilidade ao Stresse (QVS), o inventário de Burnout (MBI) e o questionário de Estratégias de Coping (QEC).Em termos gerais, os resultados indicam a incidência de stresse e burnout entre os guardas prisionais da RAA. Relativamente às estratégias de coping os guardas prisionais são congruentes na utilização de diversos tipos de coping, contudo nas variáveis sociodemográficas idade e anos de serviço existiram diferenças significativas neste particular. Por último os resultados sugerem vulnerabilidade ao stresse e ocorrência de stresse profissional entre os guardas prisionais, pelo facto de exercerem funções em ilhas (descontinuidade geográfica).| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1119 (Browse shelf) | 3929 | Available | DGRSP39291260706 |
Dissertação apresentada à Universidade dos Açores para a obtenção do Mestrado em Psicologia da Educalção Ramo de especialidade em Contextos Educativos
A síndrome de burnout que advém do stresse profissional na fase considerada crónica, sobressai cada vez mais no mundo de trabalho, ganhando destaque em diversas profissões, sendo uma destas a guarda prisional, que é mencionada como uma das ocupações laborais com maior propensão ao burnout.Perante esta realidade, torna-se relevante perceber os níveis de vulnerabilidade ao stresse, stresse profissional e burnout existentes nos guardas prisionais ao serviço na Região Autónoma dos Açores, ampliando, nesse particular, o conhecimento existente sobre esta classe de profissionais em Portugal. Importa também, entender as estratégias de coping utilizadas por estes profissionais e perceber as dificuldades decorrentes da descontinuidade geográfica em relação ao restante território português. Participaram neste estudo 76 guardas prisionais que trabalham nos estabelecimentos prisionais da RAA e pertencem ao quadro da Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.Como medidas de avaliação foram utilizadas, um questionário sociodemográfico, uma classificação contendo itens que incidem sobre as fontes de stresse no trabalho, a escala de Stresse Profissional para Guardas Prisionais (ESPGP), a escala da Vulnerabilidade ao Stresse (QVS), o inventário de Burnout (MBI) e o questionário de Estratégias de Coping (QEC).Em termos gerais, os resultados indicam a incidência de stresse e burnout entre os guardas prisionais da RAA. Relativamente às estratégias de coping os guardas prisionais são congruentes na utilização de diversos tipos de coping, contudo nas variáveis sociodemográficas idade e anos de serviço existiram diferenças significativas neste particular. Por último os resultados sugerem vulnerabilidade ao stresse e ocorrência de stresse profissional entre os guardas prisionais, pelo facto de exercerem funções em ilhas (descontinuidade geográfica).
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