Prisão preventiva de menores de 18 anos : perspetivas de profissionais da área da justiça / Tiago da Rocha e Silva ; ori. tese Mariana Reis Barbosa
Idioma: Português.Publicação: Porto : [s.n.], 2017Descrição física: [8],37,[25] p.; em PDF Coleção: EstudosAssunto: 705 | 689 | 4987 | 104331 | 1638 | 9391 | 5079 | 279Localização e Cota : EST1132 Resumo: O presente estudo analisa dados de entrevistas a profissionais que trabalham na área da justiça, com o objetivo de examinar as suas perceções relativamente à aplicação da medida de prisão preventiva a jovens ofensores menores de dezoito anos. Dezassete profissionais foram entrevistados e, a partir da análise de dados, emergiram cinco temas: 1) fatores negativos associados à prisão preventiva; 2) fatores positivos associados à prisão preventiva; 3) medidas de coação alternativas à prisão preventiva; 4) necessidade de existirem alterações da atuação do sistema jurídico perante jovens ofensores; 5) impacto da prisão preventiva na trajetória de vida de jovens ofensores. Os resultados sugerem que a detenção preventiva pode constituir-se como positiva quando a segurança da sociedade é considerada, porém, pode constituir-se como negativa quando somente o jovem ofensor é considerado. Além do mais, a detenção preventiva parece acarretar consequências a longo prazo para o jovem ofensor e para a sociedade, quando este reintegra a sociedade.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1132 (Browse shelf) | 5643 | Available | DGRSP56431253385 |
Dissertação apresentada à Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Educação e Psicologia, para obtenção do grau de mestre em Psicologia do Comportamento Desviante e da Justiça
O presente estudo analisa dados de entrevistas a profissionais que trabalham na área da justiça, com o objetivo de examinar as suas perceções relativamente à aplicação da medida de prisão preventiva a jovens ofensores menores de dezoito anos. Dezassete profissionais foram entrevistados e, a partir da análise de dados, emergiram cinco temas: 1) fatores negativos associados à prisão preventiva; 2) fatores positivos associados à prisão preventiva; 3) medidas de coação alternativas à prisão preventiva; 4) necessidade de existirem alterações da atuação do sistema jurídico perante jovens ofensores; 5) impacto da prisão preventiva na trajetória de vida de jovens ofensores. Os resultados sugerem que a detenção preventiva pode constituir-se como positiva quando a segurança da sociedade é considerada, porém, pode constituir-se como negativa quando somente o jovem ofensor é considerado. Além do mais, a detenção preventiva parece acarretar consequências a longo prazo para o jovem ofensor e para a sociedade, quando este reintegra a sociedade.
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