A escola em meio prisional disciplina efectiva? / Fernando Alberto Pires Afonso ; ori. tese Tiago Neves, José Alberto Correia
Idioma: Português.Publicação: Porto : [s.n.], 2010Descrição física: 118 p.; em PDF Coleção: EstudosAssunto: 781 | 4888 | 4984 | 102630 | 102753 | 942 | 5235 | 5079 | 279Localização e Cota : EST1124 Resumo: Este ensaio é uma tese de Mestrado, que pretende apurar a influência da escola na disciplinação dos alunos em contexto prisional. Analisa a disciplinação, subjugação e o poder repressivo típico das prisões e instituições afins. Apresenta a evolução da função da prisão ao longo dos tempos, mostrando que nos fins do século XVIII passa a ser um local mais humanizado, e torna-se, efectivamente, no local de cumprimento da pena aplicada. Caracteriza a prisão na actualidade, evidenciando os desajustamentos sociais como responsáveis pelo número crescente de presos. Discorre sobre a educação de adultos, e a necessidade de uma aprendizagem permanente. Realça a incapacidade portuguesa na efectivação da educação de adultos. Debruça-se sobre a sua importância para a população em meio prisional, enquanto factor de inclusão, num contexto de exclusão. Tendo em consideração que a investigação consistiu na recolha de dados numéricos dos processos individuais dos reclusos, entendeu-se que a análise quantitativa era o método mais adequado para a interpretação dos mesmos. Apresentam-se e analisam-se os dados obtidos.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1124 (Browse shelf) | 3993 | Available | DGRSP39931253065 |
Dissertação apresentada na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação na área de Educação e Diversidade Cultural
Este ensaio é uma tese de Mestrado, que pretende apurar a influência da escola na disciplinação dos alunos em contexto prisional. Analisa a disciplinação, subjugação e o poder repressivo típico das prisões e instituições afins. Apresenta a evolução da função da prisão ao longo dos tempos, mostrando que nos fins do século XVIII passa a ser um local mais humanizado, e torna-se, efectivamente, no local de cumprimento da pena aplicada. Caracteriza a prisão na actualidade, evidenciando os desajustamentos sociais como responsáveis pelo número crescente de presos. Discorre sobre a educação de adultos, e a necessidade de uma aprendizagem permanente. Realça a incapacidade portuguesa na efectivação da educação de adultos. Debruça-se sobre a sua importância para a população em meio prisional, enquanto factor de inclusão, num contexto de exclusão. Tendo em consideração que a investigação consistiu na recolha de dados numéricos dos processos individuais dos reclusos, entendeu-se que a análise quantitativa era o método mais adequado para a interpretação dos mesmos. Apresentam-se e analisam-se os dados obtidos.
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