Narrativas de mulheres de nacionalidade estrangeira no sistema prisional português / Joana Filipa Pacheco Loureiro dos Santos ; ori.tese Raquel Matos
Idioma: Português.Publicação: Porto : [s.n.], 2012Descrição física: 58 p.; em PDFColeção: EstudosAssunto: 705 | 469 | 5475 | 8815 | 917 | 229043 | 5827 | 5079 | 279Localização e Cota : EST1108 Resumo: Analisando as trajetórias de vida de reclusas estrangeiras no sistema prisional português, o presente estudo pretende contribuir para a compreensão desse fenómeno em Portugal. São analisadas as abordagens relativas à criminalidade feminina, colocando enfâse na reclusão, género e nacionalidade. A metodologia consistiu na realização e análise de entrevistas semi-estruturadas a 41 mulheres estrangeiras detidas em Portugal. Após análise das narrativas destas mulheres, é feita uma interpretação dos dados recolhidos das mesmas. Os resultados não mostram diferenças significativas nos discursos das reclusas quando comparadas entre género e nacionalidade, ou seja, a nacionalidade não permite observar diferenças no que diz respeito aos momentos positivos e negativos das suas vidas.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1108 (Browse shelf) | 3984 | Available | DGRSP39841241558 |
Dissertação apresentada à Universidade Católica Portuguesa, Departamento de Educação e Psicologia, para obtenção do grau de Mestre em Psicologia da Justiça e do Comportamento Desviante.
Analisando as trajetórias de vida de reclusas estrangeiras no sistema prisional português, o presente estudo pretende contribuir para a compreensão desse fenómeno em Portugal. São analisadas as abordagens relativas à criminalidade feminina, colocando enfâse na reclusão, género e nacionalidade. A metodologia consistiu na realização e análise de entrevistas semi-estruturadas a 41 mulheres estrangeiras detidas em Portugal. Após análise das narrativas destas mulheres, é feita uma interpretação dos dados recolhidos das mesmas. Os resultados não mostram diferenças significativas nos discursos das reclusas quando comparadas entre género e nacionalidade, ou seja, a nacionalidade não permite observar diferenças no que diz respeito aos momentos positivos e negativos das suas vidas.
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