Qualidade de vida nas prisões : estudo comparativo entre reclusos nacionais e estrangeiros / Tanya Monita Areias Areosa ; ori. tese Raquel Matos
Idioma: Português.Publicação: Porto : [s.n.], 2014Descrição física: p.; em PDFColeção: EstudosAssunto: 705 | 6238 | 5106 | 550 | 4879 | 7262 | 229043 | 5922 | 102718 | 5079 | 279Localização e Cota : EST1107 Resumo: A prisão é um lugar de cumprimento de pena, com medidas privativas de liberdade (Rego, 2004) que visa a reeducação, ressocialização e reintegração na sociedade dos indivíduos que cometeram crimes, sendo por isso essencial um boa qualidade de vida durante esse período. A criminalização dos imigrantes influencia a caracterização dos estabelecimentos prisionais, visto que se traduz na sobre representação desta população no sistema de justiça penal. Há dimensões essenciais para o estudo da perceção de qualidade de vida em detenção que se relacionam com a depressão, stress, isolamento e qualidade das relações Bosworth e Kelezzi (2012). O presente estudo visa compreender se há diferenças entre reclusos nacionais e estrangeiros relativamente à perceção de qualidade de vida na prisão, realçando a qualidade das relações e os cuidados prestados no Estabelecimento Prisional (EP). A abordagem metodológica é quantitativa, recorrendo-se ao teste Mann-Whitney para analisar as diferenças entre os dois grupos considerados. Concluiu-se que existem diferenças significativas entre reclusos nacionais e estrangeiros no que concerne à qualidade das relações com o staff prisional, apresentando os reclusos estrangeiros percepção de menor qualidade de vida. Relativamente aos cuidados prestados pelo EP face a situações de vulnerabilidade como por exemplo ser cidadão estrangeiro ou ter experiência de vitimação.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1107 (Browse shelf) | 5585 | Available | DGRSP55851241109 |
Dissertação apresentada à Universidade Católica Portuguesa - Faculdade de Educação e Psicologia, para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia
A prisão é um lugar de cumprimento de pena, com medidas privativas de liberdade (Rego, 2004) que visa a reeducação, ressocialização e reintegração na sociedade dos indivíduos que cometeram crimes, sendo por isso essencial um boa qualidade de vida durante esse período. A criminalização dos imigrantes influencia a caracterização dos estabelecimentos prisionais, visto que se traduz na sobre representação desta população no sistema de justiça penal. Há dimensões essenciais para o estudo da perceção de qualidade de vida em detenção que se relacionam com a depressão, stress, isolamento e qualidade das relações Bosworth e Kelezzi (2012). O presente estudo visa compreender se há diferenças entre reclusos nacionais e estrangeiros relativamente à perceção de qualidade de vida na prisão, realçando a qualidade das relações e os cuidados prestados no Estabelecimento Prisional (EP). A abordagem metodológica é quantitativa, recorrendo-se ao teste Mann-Whitney para analisar as diferenças entre os dois grupos considerados. Concluiu-se que existem diferenças significativas entre reclusos nacionais e estrangeiros no que concerne à qualidade das relações com o staff prisional, apresentando os reclusos estrangeiros percepção de menor qualidade de vida. Relativamente aos cuidados prestados pelo EP face a situações de vulnerabilidade como por exemplo ser cidadão estrangeiro ou ter experiência de vitimação.
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