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Traços psicopáticos e perturbação do comportamentoem adolescentes institucionalizados / Pedro Pechorro, Carlos Poiares, João Marôco, Rui Xavier Vieira

Autor: PECHORRO, Pedro Co-autor: POIARES, Carlos Alberto Martins Da Silva ; MARÔCO, João ; VIEIRA, Rui XavierIdioma: Português.Publicação: Lisboa : Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde, 2012Descrição física: 399-409 p.; 30 cm em PDFColeção: Psicologia, Saúde & Doenças; 13, (2)Assunto: 705 | 5166 | 8713 | 689 | 3498 | 11627 | 279Localização e Cota : 159.9PEC Resumo: O objetivo deste estudo consistiu em comparar adolescentes institucionalizados em Centro Educativo relativamente a traços psicopáticos, perturbação do comportamento e frequência e gravidade de comportamentos delituosos. Com uma amostra forense total de 310 participantes, subdividida em grupo masculino (n = 217) e grupo feminino (n = 93), encontraram-se diferenças estatisticamente significativas relativamente à dimensão de traços calosos/não-emocionais (APSD-SR), à frequência de comportamentos delituosos (ASRDS) e à gravidade dos crimes cometidos (ICS). Não foram encontradas diferenças relativamente à prevalência de Perturbação do Comportamento, apesar de ser bastante alta em ambos os grupos, nem a nível de desejabilidade social (MCSDS-SF). As raparigas demonstram claramente possuir menores níveis de traços calosos/não-emocionais, menor frequência de comportamentos delituosos e menor gravidade de crimes cometidos.
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Monografias Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
159.9PEC (Browse shelf) 3607 Available DGRSP36071235495

O objetivo deste estudo consistiu em comparar adolescentes institucionalizados em Centro Educativo relativamente a traços psicopáticos, perturbação do comportamento e frequência e gravidade de comportamentos delituosos. Com uma amostra forense total de 310 participantes, subdividida em grupo masculino (n = 217) e grupo feminino (n = 93), encontraram-se diferenças estatisticamente significativas relativamente à dimensão de traços calosos/não-emocionais (APSD-SR), à frequência de comportamentos delituosos (ASRDS) e à gravidade dos crimes cometidos (ICS). Não foram encontradas diferenças relativamente à prevalência de Perturbação do Comportamento, apesar de ser bastante alta em ambos os grupos, nem a nível de desejabilidade social (MCSDS-SF). As raparigas demonstram claramente possuir menores níveis de traços calosos/não-emocionais, menor frequência de comportamentos delituosos e menor gravidade de crimes cometidos.

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