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Experiências adversas, stress traumático e comportamentos criminais : um estudo com ofensores Portugueses / Alexandra Maria Amorim de Matos ; ori.tese Angela Maia, Ana Rita Cruz

Autor: Matos, Alexandra Maria Amorim deCo-autor: MAIA, Ângela; Cruz, Ana RitaIdioma: Português.Publicação: [S.l. : s.n.], 2019Descrição física: 32 p.; 30 cm em PDFAssunto: 705 | 5475 | 9969 | 12719 | 512 | 106650 | 730 | 5014 | 5079 | 279Localização e Cota : EST1041 Resumo: As consequências da exposição a experiências adversas na infância associam-se não só a uma maior probabilidade de ser vítima ao longo da vida, mas também a percursos de criminalidade. Outro dado da literatura é que a história de adversidade na infância é preditor do diagnóstico de Perturbação de Stress Pós-Traumático, quer em pessoas na comunidade, quer em reclusos. Com o objetivo de averiguar associações existentes entre experiências adversas na infância, sintomatologia traumática e relato de comportamentos criminais, bem como fazer predições relativamente ao impacto destas variáveis, utilizamos o questionário da História de Adversidade na Infância, o Posttraumatic Stress Disorder Checklist for DSM–5, e o D-Crime - Self-Report questionnaire for measuring delinquency and crime, em sessenta reclusos. Os resultados indicam uma relação entre a adversidade e o tipo de comportamento criminal. A adversidade total prediz o relato de múltiplos comportamentos criminais, sendo que apenas a exposição a violência doméstica prediz o relato de comportamentos criminais violentos. Esta temática é importante para os profissionais do sistema de justiça, pois salienta a relevância da prevenção de situações de maltrato e outras formas de adversidade, como a violência doméstica, e a necessidade de intervir nas suas vítimas, quando o maltrato já ocorreu.
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Monografias Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
EST1041 (Browse shelf) 8294 Available DGRSP82941195135

Dissertação de mestrado integrado em Psicologia da Universidade do Minho

As consequências da exposição a experiências adversas na infância associam-se não só a uma maior probabilidade de ser vítima ao longo da vida, mas também a percursos de criminalidade. Outro dado da literatura é que a história de adversidade na infância é preditor do diagnóstico de Perturbação de Stress Pós-Traumático, quer em pessoas na comunidade, quer em reclusos. Com o objetivo de averiguar associações existentes entre experiências adversas na infância, sintomatologia traumática e relato de comportamentos criminais, bem como fazer predições relativamente ao impacto destas variáveis, utilizamos o questionário da História de Adversidade na Infância, o Posttraumatic Stress Disorder Checklist for DSM–5, e o D-Crime - Self-Report questionnaire for measuring delinquency and crime, em sessenta reclusos. Os resultados indicam uma relação entre a adversidade e o tipo de comportamento criminal. A adversidade total prediz o relato de múltiplos comportamentos criminais, sendo que apenas a exposição a violência doméstica prediz o relato de comportamentos criminais violentos. Esta temática é importante para os profissionais do sistema de justiça, pois salienta a relevância da prevenção de situações de maltrato e outras formas de adversidade, como a violência doméstica, e a necessidade de intervir nas suas vítimas, quando o maltrato já ocorreu.

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