Má conduta prisional, agressividade e reincidência / Daniela Martins Silva ; ori. tese Glória Jólluskin
Idioma: Português.Publicação: Porto : [s.n.], 2017Descrição física: 113 p. : il.; 30 cm em pdfColeção: EstudosAssunto: 705 | 5248 | 6224 | 9392 | 106632 | 551 | 9495 | 2117 | 741 | 5079 | 279Localização e Cota : EST1030 Resumo: O presente estudo, realizado no âmbito do 2º ciclo de estudos de Mestrado de Psicologia da Justiça, tem como objetivos, em primeiro lugar a caracterização sociodemográfica de uma amostra de 100 reclusos, onde averiguamos a sua dinâmica familiar, o historial de comportamentos agressivos, características pessoais dos indivíduos, entre outras, para compreendermos os motivos que levam os jovens a ter cada vez mais comportamentos agressivos. Feita essa caracterização, realizou-se uma comparação entre os indivíduos reincidentes e não reincidentes, e indivíduos que cometeram infrações violentas com os que cometeram outro género de infracções ou não as cometeram, para tentarmos entender se os fatores de risco estavam presentes e em que grupo mais se evidenciavam. Num primeiro momento, tentamos perceber se a sua experiência de vida e dinâmica familiar tem influência nesse género de comportamento, visto que são indivíduos com algum historial agressivo, e a sua tipologia de crime também comporta agressividade para com o outro. Num segundo momento centramo-nos nos comportamentos agressivos dentro do Estabelecimento Prisional, tentando averiguar os motivos da ocorrência de violência nas prisões, sob o ponto de vista dos próprios reclusos, ou seja, a razão pela qual essas situações ocorrem de forma regular na perceção dos mesmos. Nesse sentido, foi elaborada uma entrevista a 15 reclusos com o objectivo de identificar os motivos que os levam a ter manifestações violentas dentro do Estabelecimento Prisional e se, eles mesmos, tinham esse género de comportamento e porquê. O estudo foi realizado no Estabelecimento Prisional de Custoias, em que na amostra recolhida foi tido em consideração a tipologia do crime cometido, e as infracções disciplinares por eles cometidas dentro da instituição, ou seja, se já haviam agredido alguém dentro do Estabelecimento Prisional.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1030 (Browse shelf) | 8276 | Available | DGRSP82761159068 |
Trabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de mestrado em Psicologia da Justiça.
O presente estudo, realizado no âmbito do 2º ciclo de estudos de Mestrado de Psicologia da Justiça, tem como objetivos, em primeiro lugar a caracterização sociodemográfica de uma amostra de 100 reclusos, onde averiguamos a sua dinâmica familiar, o historial de comportamentos agressivos, características pessoais dos indivíduos, entre outras, para compreendermos os motivos que levam os jovens a ter cada vez mais comportamentos agressivos. Feita essa caracterização, realizou-se uma comparação entre os indivíduos reincidentes e não reincidentes, e indivíduos que cometeram infrações violentas com os que cometeram outro género de infracções ou não as cometeram, para tentarmos entender se os fatores de risco estavam presentes e em que grupo mais se evidenciavam. Num primeiro momento, tentamos perceber se a sua experiência de vida e dinâmica familiar tem influência nesse género de comportamento, visto que são indivíduos com algum historial agressivo, e a sua tipologia de crime também comporta agressividade para com o outro. Num segundo momento centramo-nos nos comportamentos agressivos dentro do Estabelecimento Prisional, tentando averiguar os motivos da ocorrência de violência nas prisões, sob o ponto de vista dos próprios reclusos, ou seja, a razão pela qual essas situações ocorrem de forma regular na perceção dos mesmos. Nesse sentido, foi elaborada uma entrevista a 15 reclusos com o objectivo de identificar os motivos que os levam a ter manifestações violentas dentro do Estabelecimento Prisional e se, eles mesmos, tinham esse género de comportamento e porquê. O estudo foi realizado no Estabelecimento Prisional de Custoias, em que na amostra recolhida foi tido em consideração a tipologia do crime cometido, e as infracções disciplinares por eles cometidas dentro da instituição, ou seja, se já haviam agredido alguém dentro do Estabelecimento Prisional.
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