Consumo de drogas : o impacto da informação e do modelo de regulamentação nos comportamentos / Mara Fernandes da Silva ; ori. tese Alice Maria Delerue Alvim de Matos
Idioma: Português.Publicação: [S.l. : s.n.], 2011Descrição física: XII, 167 p. : il.; 30 cm em PFDAssunto: 558 | 5102 | 4612 | 1275 | 6300 | 5479 | 5330 | 5079 | 279Localização e Cota : EST996 Resumo: O consumo de drogas corresponde a um fenómeno imbuído de aspectos culturais, sociais, de saúde individual e colectiva. O dilema legalizar ou criminalizar marcou o último século e Portugal optou por descriminalizar o consumo de todas as drogas a partir do ano 2000, apostando em áreas de intervenção social como a Prevenção dos consumos, o Tratamento ou a Redução de Riscos e Minimização de Danos (R.R.M.D.). Informar as pessoas acerca de como reduzir os riscos e os danos associados aos consumos tem sido o grande objectivo da R.R.M.D. que trabalha essencialmente com consumidores numa lógica de pequenos patamares, que não passam necessariamente pela abstenção. Mas será que a informação transmitida tem contribuído para a diminuição dos comportamentos de risco? E quais as representações sociais que os consumidores têm acerca do modelo de legislação português relativo ao consumo de drogas? Através da realização de entrevistas semiestruturadas (N=19) e questionários (N=71) a consumidores de drogas, foi possível constatar que (1) a informação transmitida no âmbito da R.R.M.D. tem efectivamente algum impacto na alteração dos comportamentos e que (2) a maioria das pessoas observadas considera ser crime consumir drogas, com excepção, nalguns casos, para as drogas consideradas “mais leves”, como os cannabinóides.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST996 (Browse shelf) | 4666 | Available | DGRSP46661131158 |
Dissertação de mestrado em Sociologia (área de especialização em Saúde e Sociedade) apresentado Universidade do Minho Instituto de Ciências Sociais
O consumo de drogas corresponde a um fenómeno imbuído de aspectos culturais, sociais, de saúde individual e colectiva. O dilema legalizar ou criminalizar marcou o último século e Portugal optou por descriminalizar o consumo de todas as drogas a partir do ano 2000, apostando em áreas de intervenção social como a Prevenção dos consumos, o Tratamento ou a Redução de Riscos e Minimização de Danos (R.R.M.D.). Informar as pessoas acerca de como reduzir os riscos e os danos associados aos consumos tem sido o grande objectivo da R.R.M.D. que trabalha essencialmente com consumidores numa lógica de pequenos patamares, que não passam necessariamente pela abstenção. Mas será que a informação transmitida tem contribuído para a diminuição dos comportamentos de risco? E quais as representações sociais que os consumidores têm acerca do modelo de legislação português relativo ao consumo de drogas? Através da realização de entrevistas semiestruturadas (N=19) e questionários (N=71) a consumidores de drogas, foi possível constatar que (1) a informação transmitida no âmbito da R.R.M.D. tem efectivamente algum impacto na alteração dos comportamentos e que (2) a maioria das pessoas observadas considera ser crime consumir drogas, com excepção, nalguns casos, para as drogas consideradas “mais leves”, como os cannabinóides.
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