Presos ao estigma : estigma, autoestigma e perspetivas de inclusão social dos reclusos do estabelecimento prisional de Leiria (Regional) / Eliana Filipa Frazão Salgueiro ; ori. tese Manuel João Rodrigues Quartilho, António José Feliciano Barbosa
Idioma: Português.Publicação: Coimbra : [s.n.], 2016. Descrição física: 147 f.; 30 cm em PDFColeção: EstudosAssunto: 4499 | 705 | 693 | 102502 | 5106 | 5211 | 103086 | 5079 | 279Localização e Cota : EST933 Resumo: Objetivo do presente estudo visa a análise dos discursos dos reclusos do Estabelecimento Prisional de Leiria quanto às suas representações sobre as temáticas do estigma, autoestima, discriminação, identidade e perspetivas de reinserção social. Foram selecionados dez reclusos do sexo masculino com idades compreendidas entre os 24 e os 57 anos e que frequentam a escola no estabelecimento prisional. Procedeu-se à aplicação de uma entrevista semi-diretiva a cada um dos indivíduos e, posteriormente, à análise do conteúdo das mesmas. Os resultados obtidos evidenciam que os processos de estigmatização e rotulagem influenciam negativamente as perspetivas de vida futura dos reclusos que, embora pareçam não se autoestigmatizar, exibem preconceitos face à minoria que os representa.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST933 (Browse shelf) | 8200 | Available | DGRSP82001118838 |
Dissertação apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra para a obtenção do grau de Mestre em Psiquiatria Social e Cultural.
Objetivo do presente estudo visa a análise dos discursos dos reclusos do Estabelecimento Prisional de Leiria quanto às suas representações sobre as temáticas do estigma, autoestima, discriminação, identidade e perspetivas de reinserção social. Foram selecionados dez reclusos do sexo masculino com idades compreendidas entre os 24 e os 57 anos e que frequentam a escola no estabelecimento prisional. Procedeu-se à aplicação de uma entrevista semi-diretiva a cada um dos indivíduos e, posteriormente, à análise do conteúdo das mesmas. Os resultados obtidos evidenciam que os processos de estigmatização e rotulagem influenciam negativamente as perspetivas de vida futura dos reclusos que, embora pareçam não se autoestigmatizar, exibem preconceitos face à minoria que os representa.
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