Dispositivos espaciais de punição : as cadeias do Estado Novo / Susana Patrícia Almeida Pereira ; ori.tese Gonçalo Canto Moniz
Idioma: Português.Publicação: Coimbra : [s.n.], 2016Descrição física: 187 p. : il.; 30 cm em PDFColeção: EstudosAssunto: 5106 | 103363 | 3647 | 1305 | 5079 | 279Localização e Cota : EST931 Resumo: Esta dissertação realiza um estudo sobre a arquitectura das Prisões Políticas do Estado Novo e o seu impacto tanto na resistência ao Salazarismo como na sociedade democráticacontemporânea. Pretende-se, assim, reflectir sobre o espaço prisional como dispositivo arquitectónico de exercício de controlo, punição e vigilância.A investigação tem como ponto de partida a análise de documentos publicados pela Comissão das Construções Prisionais, como o folheto “Construções Prisionais” de 1948 e o relatório publicado na Revista Arquitectos em 1938, para informar a pesquisa de campo sobre os casos de estudo seleccionados, nomeadamente a Prisão de Caxias, o Forte Prisão de Peniche e a Cadeia Comarcã de Cantanhede.A análise crítica dos espaços prisionais relaciona a sua vivência durante o período do Estado Novo com a sua transformação funcional e espacial no quadro da sociedade democrática. Neste sentido, pretende-se contribuir para a actual reflexão sobre o destino destes espaços, que são parte da memória colectiva, e que enfrentam processos de reutilização, adaptação ou musealização.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST931 (Browse shelf) | 8198 | Available | DGRSP81981118774 |
Dissertação de Mestrado Integrado em Arquitectura, apresentada ao Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
Esta dissertação realiza um estudo sobre a arquitectura das Prisões Políticas do Estado Novo e o seu impacto tanto na resistência ao Salazarismo como na sociedade democráticacontemporânea. Pretende-se, assim, reflectir sobre o espaço prisional como dispositivo arquitectónico de exercício de controlo, punição e vigilância.A investigação tem como ponto de partida a análise de documentos publicados pela Comissão das Construções Prisionais, como o folheto “Construções Prisionais” de 1948 e o relatório publicado na Revista Arquitectos em 1938, para informar a pesquisa de campo sobre os casos de estudo seleccionados, nomeadamente a Prisão de Caxias, o Forte Prisão de Peniche e a Cadeia Comarcã de Cantanhede.A análise crítica dos espaços prisionais relaciona a sua vivência durante o período do Estado Novo com a sua transformação funcional e espacial no quadro da sociedade democrática. Neste sentido, pretende-se contribuir para a actual reflexão sobre o destino destes espaços, que são parte da memória colectiva, e que enfrentam processos de reutilização, adaptação ou musealização.
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